Damião de Fraque e Métrica Cartesiana: A Domesticação do Grito de Liberdade pelo Colonialismo Literário

Em “Os Tambores de São Luís” Josué Montello opera um dos atos mais sofisticados de apagamento e domesticação da dor popular

Braide: Como é possível que alguém atinja uma valorização de quase 777% dependendo apenas do contracheque do Estado

Eduardo Salim Braide é o protagonista de um verdadeiro milagre econômico que desafia as leis das finanças privadas e se materializa diretamente em sua declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral. Ao compararmos os R$ 125.805,40 declarados por ele em sua estreia eleitoral em 2006 com os R$ 1.102.648,96 apresentados em 2024, deparamo-nos com um […]

Ministros do STF alertam para os perigos da desprofissionalização e reabrem debate sobre diploma de jornalismo

Proliferação de produtores de conteúdos que fazem uso das prerrogativas do jornalismo para arrogar direitos leva , quase 20 anos depois, STF debater exigência de diploma para o exercício da profissão

Carta Compromisso: O exercício do jornalismo em um canal de comunicação chamado blog

Aos 60 anos, a caminhada não recomeça, se aprofunda. Um novo portal nasce da urgência de romper o isolamento digital, de resgatar os invisibilizados que fazem a história do Maranhão

O tiro no próprio pé e a cegueira estratégica do PT no Maranhão

Ao isolar candidatura Eliziane e priorizar vaidades de grupo e rivalidades de cotovelo do dinismo, PT do Maranhão corre o risco de entregar vagas decisivas ao Senado para o bolsonarismo, sabotando projeto nacional do presidente Lula

Como verniz barato no sol de agosto: ver Roberto Rocha bradar contra o veneno da traição política é quase uma experiência estética

Ao acusar Braide e Lahésio de armarem uma “arapuca”, Roberto Rocha, fez carreira sobre o rombo de alianças agora prova do próprio veneno. E o pior, assume o papel que seria do dinismo, prestando um serviço à governabilidade futura do próximo governo Lula, caso reeleito

O eclipse da razão: A quinta coluna mostra a língua e pavimenta o caminho dos nossos próprios carrascos

Entre o engajamento no X e o desastre em 2026, a “quinta coluna” lulista escolheu implodir aliados. Um alerta ácido sobre como o purismo tosco e a falta de coordenação política estão entregando o Senado de bandeja para o extremismo e pavimentando o caminho dos nossos próprios carrascos.

O nariz empinado e a água no rosto

Negar o papel dos caxienses invisibilizados na luta pela independência é como confundir os sinais de afogamento. É acreditar que a água escorrendo pelo rosto não alcançará os pulmões. É pensar que a falta de ar se deve apenas ao nariz entupido. É imaginar que a paisagem cada vez mais turva é um problema de visão, e não o anúncio da submersão

O sangue invisível: a independência roubada pelas elites e paga com a vida dos esquecidos

O sangue derramado no sertão caxiense forjou as fronteiras continentais do Brasil, mas a glória foi engravatada e enviada aos salões nobres

O 28 consagra rendição de uma elite assustada e apaga sangue caxiense que garantiu independência do país em 31 julho de 1823

A contradição gritante que o “feriadão” tenta esconder com o mito de que “não houve derramamento de sangue” é que o Maranhão não estava livre no dia 28. A independência sem derramamento de sangue foi um privilégio exclusivo e cínico dos salões de São Luís. A consolidação do território brasileiro só se deu, de fato, através da guerra brutal na princesa do sertão

O teatro da antipolítica e a implosão da Frente Ampla no Maranhão

Em vez de construirem alianças programáticas com a esquerda autêntica e fiel, como o PSOL e PSTU, buscando o apoio de Lula para eleger bancadas coerentes, dinistas passaram a bater em Brandão e a chalerá o bolsonarista Braide

O Xadrez político de 2026, a batalha pelo Senado e o futuro do STF

Escolha dos dois candidatos ao Senado pode selar aliança Brandão/Lula para evitar avanço bolsonarista

A caça, o bicho e a igualdade: A educação dos homens é a nova luta do movimento feminista

Um pedaço de papel na bolsa de uma mulher não para a fúria de quem foi ensinado a ser predador.1% é 100% de tragédia para quem sofre o golpe.

Edivaldo Holanda: o silêncio das encostas e a Justiça do legado invisível

Não se trata de canonizar gestão, mas, em nome do serviço público, ressaltar que obras do ex-prefeito evitaram mortes por desabamentos

A máscara da eficiência: Como o “Rapidão” revelou a face enganosa de Eduardo Braide

É preciso olhar para o passado e constatar o que muitos parecem já ter esquecido diante da máquina de propaganda política. O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide, sempre demonstrou, com o mesmo desplante que ostenta nas redes sociais, uma notável capacidade de apresentar ações enganosas disfarçadas de grande gestão. O início deste trabalho de […]

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"Quando o mal triunfa o bem se esconde; quando o bem aparece, o mal fica de tocaia"

Wisława Szymborska