Subprocurador pede que TCU apure gastos públicos em viagem para canonização da irmã Dulce

O subprocurador-geral junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Rocha Furtado pediu à corte de contas que apure a legalidade e transparência dos gatos do poder público com viagens de autoridades para a cerimônia de canonização de Irmã Dulce, no Vaticano, que ocorre neste domingo.

Na representação, o subprocurador afirma que esse tipo de despesa é exorbitante e fora da razoabilidade e afronta ao princípio da moralidade administrativa.

Furtado ressalta que a legalidade do custeio dessa viagem deve ser “detidamente apurada pelo TCU”, “tendo em vista que o Estado é laico”.

A comitiva oficial que representará o governo brasileiro no evento é capitaneada pelo vice-presidente Hamilton Mourão, e conta com os presidentes do Senado, (DEM-AP), da Câmara, (DEM-RJ), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

Há ainda outras duas comitivas formadas por parlamentares da Câmara e do Senado; nas quais estão os deputados federais (PDT), André Fufuca (PP) e Juscelino Filho (DEM); e os senadores (PDT) e Rocha (PSDB).

Os parlamentares em missão oficial nos países estrangeiros recebem diárias de US$ 416 (Senado) e US$ 428 (Câmara).

O ex-presidente também embarcou nas comitivas, mas garantiu que pagará as despesas de seu próprio bolso.

(Com informações de O Estado de São Paulo)

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