Relatório da PF diz que Bolsonaro cometeu crime em vazamento de inquérito sigiloso

Bolsonaro, mais um crime em sua lista de serviços prestados ao país (foto: Evaristo Sá/EM/D.A Press)

Relatório da Polícia Federal diz que o presidente Bolsonaro cometeu crime no caso envolvendo o vazamento de dados sigilosos de investigação de suposto ataque ao sistema do TSE.

“Os elementos colhidos apontam também para a atuação direta, voluntária e consciente de Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro e de Jair Messias Bolsonaro na prática do crime previsto no artigo 325, §2°, c/c [combinado com o] 327, §2°, do Código Penal brasileiro, considerando que, na condição de funcionários públicos, revelaram conteúdo de inquérito policial que deveria permanecer em segredo até o fim das diligências”, diz o relatório da PF.

A delegada do caso, Denise Ribeiro, diz no inquérito, que deixaria de indiciar o presidente da república devido a posicionamento do STF, ajuizando que pessoas com foro só podem ser indiciadas mediante autorização prévia da corte.

O ministro Alexandre de Moraes tirou o sigilo do inquérito após Bolsonaro não cumprir ordem de prestar depoimento nesta sexta-feira. O presidente recorreu da obrigação de depor e teve o seu pedido negado.

Com informações da Folha de São Paulo.

Leia a matéria completa Aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O DIA C: A Contradição do Azulejo, o Silêncio da Academia e o Balcão de Negócios da Nossa Memória

23 anos de teimosia: A Vida É uma Festa completa quase 1/4 de século sem pedir benção ou financiamento oficial

O Golpe Democrático (parte II): O Jornalismo de fotonovela e a ascensão do crime eleito

O Renascimento na Aleluia: A Chance do Governo Brandão Salvar a “Alma Viva” do Maranhão

O Golpe Democrático: A Engenharia do Silêncio e o Parlamento de Figurantes

O Fator Eliziane: O PT de Lula troca a disputa pelo Governo pela governabilidade no Senado

"Quando o mal triunfa o bem se esconde; quando o bem aparece, o mal fica de tocaia"

Wisława Szymborska