Empresário do Posto Ipiranga provoca combustão de bolsonaristas nas redes sociais ao declarar voto em Lula

Pedro Wongtschowski presidente do conselho do grupo Ultra, que controla a rede de Posto Ipiranga, diz que voto em Lula é um imperativo civilizatório

Em referência à campanha publicitária de rede de combustível que se apresentava como o local onde o cliente encontrava tudo o que precisava, Bolsonaro ainda 2018 apelidou Paulo Guedes de Posto Ipiranga, por ter todas as respostas da agenda econômica concentrada no futuro ministro.

Assim como na propaganda, quando questionado sobre polícia econômica, Bolsonaro respondia: “Pergunte no Posto Ipiranga”.

Quatro anos depois as milícias bolsonaristas nas redes sociais promovem campanha de boicote contra a empresa de abastecimento.

O motivo da combustão é que se alguém for perguntar sobre em quem votar neste domingo, é o próprio empresário Pedro Wongtschowski presidente do conselho do grupo Ultra, que controla a rede de combustível, quem responde:

“Votei na Simone Tebet com muita convicção no 1º turno. E no 2º turno votarei 13. Voto por um imperativo civilizatório. Voto para ter o direito, nos próximos quatro anos, de discordar. E a discordância é essencial para a manutenção do regime democrático e para o progresso do país”.

Wongtschowski aderiu a um grupo de pessoas que gravaram vídeos, divulgados nos canais de Tebet no YouTube, para detalhar publicamente suas escolhas para o dia 30 de outubro.

“Voto por um imperativo civilizatório”, explica Wongtschowski

Com Informações do Jornal Folha de São Paulo

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