Depois de ser identificada, mulher que pediu Exército na rua agora se diz arrependida

A empresária Fátima Montenegro pede o exército na rua e depois se diz arrependida

A professora do vídeo que pede “exército na rua”, republicado nas redes sociais por Jair Bolsonaro, é a empresária Fátima Montenegro, dona da ABZ Caligrafia, empresa fundada em 1990 em Brasília.

Em tom dramático, a empresária que se apresentou como professora particular sem dinheiro para alimentar a própria filha, por culpa da quarentena imposta pelos governadores, pediu ao presidente que convoque os militares para reabrir o comércio e as escolas.

A identidade da “professora” foi revelada por Luiz Carlos Limeira Neto, em sua página no Facebook.

Segundo o internauta, Fátima Montenegro é aposentada, mora em casa de luxo em um bairro nobre.

A empresária é bolsonarista-raiz, com participação ativa em atos contra a democracia. Em um deles, pediu o impeachment dos ministros do STF, os “ditadores de toga”.      

Com a descoberta de sua verdadeira identidade, ela saiu do Facebook.

Em entrevista ao Metrópoles (Leia Aqui) ela disse, nesta sexta,03, que está arrependida e que teria sido mal interpretada ao pedir o “Exército as ruas”.

Com o registro da ABZ Caligrafia cassado desde outubro (2018), a empresária, mãe de dois filhos, garantiu que não tem como prover o seu lar, pois não faz outra coisa a não ser dar aulas.

Sobre a aposentadoria, a casa de luxo, e o que uma “professora particular” tem a ver o fechamento do comércio ou das escolas, o site nada diz.

Aliás, destaca em negrito um trecho da entrevista da empresária afirmando que “não foi nada armado˜!

Veja Vídeo compartilhado por Bolsonaro

 

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