30 anos da morte de Maria Aragão. Por João Otávio Malheiros

Publicado originalmente  no Facebook do autor

Em 23 de julho de 1991 morria Maria Aragão, militante comunista maranhense, médica de profissão, revolucionária por determinação de um compromisso férreo com a libertação dos oprimidos da exploração capitalista. Depois de integrar o PCB desde 1945, acompanha Luiz Carlos Prestes na crítica à orientação oportunista de direita do seu Comitê Central. Hoje é objeto de pesquisa, tema de livro, nome de escola e nome de uma praça central projetada por Oscar Niemeyer.

Sua grande referência política sempre foi Luiz Carlos Prestes, que aparece na imagem em conferência no Colégio Marista organizada por ela em 1983, em São Luís. Mas sua grande homenagem é estar até hoje na memória política e no coração do povo pobre e da esquerda maranhense.

Sempre foi combatida pelos reacionários, de ontem e de hoje. A imagem maior é de um painel colado pela artista plástica Telma Lopes, sua amiga, num muro na rua Godofredo Viana. No dia seguinte ele foi arrancado “por alguém que não gosta da esquerda”. A homenagem foi repetida como grafite e o novo painel de Telma e Lekti está no muro até hoje.

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