Maranhão é o 4º Estado que menos recebe verba do governo federal para Saúde

Sede do Ministério da Saúde, onde são decididos os “critérios” que regem a distribuição de verbas do SUS
O secretário Carlos Lula: um advogado em defesa da saúde pública no Maranhão

Diante da insuficiência dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) destinados ao Maranhão pelo governo Federal, os custos dos serviços de média e alta complexidade oferecidos da rede estadual , que deveriam ser compartilhado, são bancados em boa parte pelo governo Flávio Dino, em uma operação que faz das tripas coração para enfrentar a crise econômica e garantir que a saúde pública não entre em colapso.

Pelos “critérios” adotados pelo Ministério da Saúde, o Maranhao é o quarto estado da Federação que menos recebe recursos do SUS.

A gravidade da situação e o reconhecimento do trabalho do atual governo  pode ser constatada pela comparação dos valores médios recebidos pelos procedimentos na rede hospitalar e a população de cada estado.

Enquanto no Maranhão, com 7.035 milhões de habitantes a média paga pelo SUS é de R$ 157; no Tocantins – líder do ranking – com 1.555 milhão é de R$ 253, no Mato Grosso do Sul – vice-líder – com R$ 2.748 milhões, é de R$ 249, e em Alagoas com 3.322 milhões de almas é de R$ 248.

Com uma população de duas a quatro vezes maior, o Maranhão recebe 40% a menos do do que o SUS paga para esses três estados por cada serviço realizado.

Se desde 2015, mesmo com a crise econômica nacional e a redução de repasses federais, o Maranhão conseguiu abrir dez grandes hospitais, a situação chegou a um ponto que se a fatia do SUS não aumentar, a expansão desses serviços de acordo com o tamanho da população pode ficar comprometida.

E será inevitável fazer ajustes para não comprometer o atendimento dos pacientes; o que, porém, não vai evitar, mas alimentar a sanha dos arautos do caos e das mentiras em atacar o governo Flávio Dino. 

Aí, meu amigo, só injeção na testa…

 

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