Em Belém, Bolsonaro promete ‘arma para todos’

  O pré-candidato a presidente, Jair Bolsonaro, discursa ao lado da                                         bancada da bala em Belém

MOISÉS SARRAF

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM BELÉM

Numa visita marcada por espera de uma hora para discursar e vidro quebrado no local de uma palestra, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) defendeu nesta quinta-feira (5) em Belém a ampliação do porte de armas no país e afirmou que, com ele, “não existirá o politicamente correto”.

Bolsonaro, um dos vice-líderes na corrida presidencial, conforme a mais recente pesquisa Datafolha, visitou a capital paraense no período de festejos do Círio de Nazaré, uma das maiores festas populares do Brasil, e uma semana após ter o título de cidadão belenense negado pela Câmara de Belém.

Recebido por apoiadores no aeroporto, Bolsonaro desembarcou na cidade por volta das 14h30, mas teve de esperar cerca de uma hora até que a chuva cessasse.

Em carro aberto, discursou ao lado da “bancada da bala” paraense –deputado federal delegado Éder Mauro (PSD), deputado estadual coronel Neil (PSD) e vereador sargento Silvano (PSD)– e disse que, com ele, “não existirá o politicamente correto”.

“No que depender de mim, com a ajuda de vocês, todos terão porte de arma de fogo”, afirmou.

Continue lendo Aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Motos atropelam SUS e provocam canibalização da saúde e o cancelamento das cirurgias eletivas

Geografia do trauma sobre duas rodas: Quem morre e onde sangra o Maranhão

Esmenia, omissão como método, a herança excludente de Braide e o abandono da tradição e da população da Liberdade

O ralo do SUS, a fragilidade dos capacetes e o alerta para as madrugadas juninas

O DIA C: A Contradição do Azulejo, o Silêncio da Academia e o Balcão de Negócios da Nossa Memória

23 anos de teimosia: A Vida É uma Festa completa quase 1/4 de século sem pedir benção ou financiamento oficial

"Quando o mal triunfa o bem se esconde; quando o bem aparece, o mal fica de tocaia"

Wisława Szymborska