DNA África: em novo documentário editor reafirma o que traz no sangue e não cabe no guarda-roupa

Cena da gravação do documentário que vai ao ar no próximo dia 27 na Globonews com os  cinco brasileiros que descobriram suas ancestralidades e fizeram a viagem de retorno à África

Na última semana as postagens do blog foram prejudicadas pois estou em São Paulo para gravar a segunda parte do documentário Brasil DNA África, reunindo os cinco representantes dos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e Maranhão que foram selecionados dentre 150 pessoas que fizeram o teste de DNA e embarcaram para o continente africano em busca de suas origens.

O documentário sobre a viagem foi exibido na Globonews em 2016, e neste ano a BBC Earth exibiu os episódios sobre o retorno de cada um.

Desta vez, a produtora Cine Group reuniu os cinco para trocar experiências e produzir um novo documentário que vai ao ar também pela Globonews no próximo dia 27 de maio.

Ao lado do baiano Zulu Araújo, da carioca Juliana Lima, do mineiro Sérgio Pererê e do pernambucano Levi Lima reafirmei o que trago no sangue e não cabe no guarda-roupa.

A minha indumentária corre nas veias!

A African Ancestry, com sede em Washington DC, identificou com 100% de certeza que compartilho a ancestralidade materna do povo Balanta da Guiné-Bissau; descoberta que não me transformou em um “negro” que nunca fui.

Mas me reforçou a continuar o mesmo; um sujeito que não distingue as pessoas pela cor da pele; com a diferença do orgulho e do sentimento de pertencimento adquiridos com o resultado do teste de DNA e a visita a minha tribo de origem africana, onde fui batizado com o nome de Nala Bene Kabi (obrigado, Deus, um homem muito forte retornou à sua terra).

Também não há como negar, embora não aparente, que vejo o mundo com outros olhos!

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