Novo chefe do IPHAN tenta, mas não consegue ocultar currículo esquálido

O arquiteto Flávio Moura

Para evitar uma averiguação sobre sua formação técnica e qualificação para ocupar o cargo indicado, o arquiteto e urbanista mineiro Flávio Moura, mais novo indicado para a presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional tomou uma providência: apagou seu currículo no wikipedia.

Flávio Moura está cotado para substituir esta semana a historiadora Kátia Bogéa, ex-superintendente do Iphan no Maranhão por um longo período e ejetada há um mês por Bolsonaro. Bogéa ganhou notoriedade por embargar uma obra do ex-ministro  Geddel Vieira na Bahia por irregularidades técnicas.

O arquiteto é pouco conhecido do meio cultural. O jornal O Estado de Minas, de maior circulação dos antigos Diários Associados, ilustrou a indicação de Moura com uma imagem do patrimônio histórico mineiro.

Flávio Moura tem graduação de bacharelado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, instituição de ensino superior privada fundada em 1964, e 50 anos de idade.

Desculpe, esta página foi eliminada recentemente (nas últimas 24 horas). Para sua referência é apresentado abaixo o registo de eliminação, proteção e movimentação da página.

Mas, independente do novo chefe tentar colocar embaixo do tapete,  o seu currículo circula nas redes sociais desde sexta à noite.

Veja, leia e aposte no que vai dar. 

Uma resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O teatro da antipolítica e a implosão da Frente Ampla no Maranhão

O Xadrez político de 2026, a batalha pelo Senado e o futuro do STF

A caça, o bicho e a igualdade: A educação dos homens é a nova luta do movimento feminista

Edivaldo Holanda: o silêncio das encostas e a Justiça do legado invisível

A máscara da eficiência: Como o “Rapidão” revelou a face enganosa de Eduardo Braide

Operação contra Jacques Wagner evidencia a grande diferença na autonomia da PF entre as gestões Lula e Bolsonaro

"Quando o mal triunfa o bem se esconde; quando o bem aparece, o mal fica de tocaia"

Wisława Szymborska