Dino para Bolsonaro: “Sem Justiça social, pode dar arma para todo mundo que não haverá paz”

Durante a cerimônia de posse no novo mandato, na Assembleia Legislativa, o governador Flávio Dino (PCdoB) aproveitou para mandar uma indireta ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Em seu discurso, Dino cutucou uma das principais promessas de campanha do presidente eleito, que é facilitar o acesso a armas de fogo. Promessa reafirmada em seu discurso de posse.

“Sem uma sociedade justa, sem que nós tenhamos uma sociedade que enfrente as desigualdades, as perversidades, as iniquidades, não haverá paz verdadeira”, afirmou, citando o profeta Isaías que, na Bíblia, já condicionava a Paz à Justiça.

Se não houver as duas juntas, “pode entregar arma para todos os cidadãos brasileiros, não haverá segurança, não haverá concórdia, não haverá uma sociedade pacífica para todos nós”, disparou o governador.

Parceria com Bolsonaro

Apesar da crítica indireta a Bolsonaro, também durante o ato de posse, Dino anunciou que vai oferecer recursos estaduais para concluir creches federais no Maranhão, que estão com obras paralisadas.

“Amanhã vou dirigir ofício ao Ministério da Educação oferecendo ajuda financeira para a conclusão de creches federais paradas em nosso Estado”, antecipou.

Respostas de 2

  1. Dino continua um grande PALHAÇO! Fala em justiça social e leva o Maranhão a se tornar o Estado mais MISERÁVEL do País; fala em oferecer dinheiro ao governo federal e não paga empreiteiros, fornecedores , salários de prestadores de serviços entre outras obrigações: não se comporta como autoridade e fica dizendo deboches ao Presidente da República, logo Dino, que TENTA governar o Estado mais pobre do País . Dino é ou não um grande PALHAÇO?

  2. O nosso governador é bom de discurso , ação que bom nada. Ou seja, aumentar impostos é ótimo e o povo cada vez mais pobre.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Motos atropelam SUS e provocam canibalização da saúde e o cancelamento das cirurgias eletivas

Geografia do trauma sobre duas rodas: Quem morre e onde sangra o Maranhão

Esmenia, omissão como método, a herança excludente de Braide e o abandono da tradição e da população da Liberdade

O ralo do SUS, a fragilidade dos capacetes e o alerta para as madrugadas juninas

O DIA C: A Contradição do Azulejo, o Silêncio da Academia e o Balcão de Negócios da Nossa Memória

23 anos de teimosia: A Vida É uma Festa completa quase 1/4 de século sem pedir benção ou financiamento oficial

"Quando o mal triunfa o bem se esconde; quando o bem aparece, o mal fica de tocaia"

Wisława Szymborska