Deu na Folha: Einstein cria teste genético para detectar coronavírus em larga escala

FOLHA

O Hospital Israelita Albert Einstein (SP) desenvolveu um novo teste de diagnóstico do coronavírus que permitirá a realização simultânea de até 1.536 amostras, um volume cerca de 16 vezes maior do que é possível processar hoje pelo método RT-PCR, tido como padrão ouro.

O exame tem 100% de especificidade, ou seja, não apresenta casos de falso-positivos. A precisão é equivalente à do método convencional (RT-PCR).

A patente foi registrada no Sistema Internacional de Patentes dos Estados Unidos e, segundo o Einstein, é a primeira do mundo. O preço final do teste deve ser menor do que o do seu similar, hoje em torno de R$ 250, mas ainda não está fechado.

A proposta é que nova tecnologia seja usada na testagem em massa da população, medida considerada crucial para o controle da expansão de casos, a previsão de demanda para o sistema de saúde e a retomada de atividades econômicas.

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