Os 100 dias e o medo que o mundo acabe e o pobre possa fazer universidade e viajar de avião

100 dias é invenção de publicitário e oportunidade da mídia rentista tentar fragilizar o governo na sua gestação, antes que o mundo acabe e o pobre possa fazer universidade e viajar de avião.  

O socorro aos Ianomami e o combate ao garimpo ilegal em terras indígenas já seriam suficientes como marca dos cem dias de governo Lula. 

A ação firme e imediata na Amazônia sinaliza um compromisso do governo federal com a sociedade. Assim como a exoneração em março de 2019 do funcionário do Ibama que multou Bolsonaro também deu a medida do governo que iniciava. 

Em 100 dias um governo estabelece princípios, ajusta a máquina e mapeia as rotas a serem seguidas nos mil e uns dias a cumprir. 

Em 100 dias, mal se consegue concluir uma licitação. 

100 dias é invenção de publicitário e oportunidade da mídia rentista tentar fragilizar o governo na sua gestação, antes que o mundo acabe e o pobre possa fazer universidade e viajar de avião.  

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O alerta vermelho em São Luís: Ou nos unimos ou nos dadamos

O deboche da normalidade, a omissão da defensória e os eleitores que são o princípio e o fim de uma eleição condenados ao purgatório do Dom Bosco

O Vazio das Urnas, a Seca no Copo e a Sátira de Quincas

A voz que rompe o consenso — Por que a candidatura de Saulo Arcângele merece a atenção do Maranhão

A Pequena Pobreza: O Arrocho sobre a Classe Trabalhadora Urbana Assalariada

A Ilusão da “Falsa Cara Nova” e o Negócio das Duas Vagas ao Senado no Maranhão

"Quando o mal triunfa o bem se esconde; quando o bem aparece, o mal fica de tocaia"

Wisława Szymborska