O ódio dos bolsominions, o medo dos sarneyzistas e a falácia do ICMS da gasolina

Diante da derrocada do governo Bolsonaro em apenas cinco meses e do crescimento nacional de Flávio Dino a partir da contraposição às insânias de um perdido Palácio do Planalto, um fenômeno curioso começa a surgir na política maranhense: ataques coordenados em uma espécie de comunhão entre bolsominions e sarneyzistas.

Expelindo ódio por todas as entranhas a partir das análises da conjuntura nacional feitas por Flávio Dino, os bolsominions agem de forma violenta e virulenta nas redes sociais, atacando o comunismo como se tratasse de um inimigo mortal. O evento cresceu de tal maneira entre os apoiadores do presidente que até à nível nacional o governador do Maranhão está sedo vítimas das famigeradas fake news.

A nível estadual, por meio dos últimos sobreviventes do sarneyzismo, é o medo que toma de conta das críticas feitas a Dino. Não mais de uma vez, o último representante da elite do atraso, o deputado Adriano Sarney, já expôs o incômodo com o projeto nacional do governador do Maranhão. Na mesquinha cabeça deles, somente José Sarney pode ser o único presidente maranhense do Brasil.

O fio condutor dessa comunhão de ódio e medo é uma falácia que se alastrou pelo Maranhão com ajuda do império midiático sarneyzista em conluio com a capacidade dos bolsominions de proliferar informações sem nenhum tipo de checagem.

Depois de sucessivas altas no combustível feitas por Bolsonaro até o mês de maio, agora eles surfam na onda das baixas – que ainda não equiparam com os reajustes – e se aproveitam de um irreal aumento do ICMS para fazer a contraposição de que o presidente abaixa e o governador aumenta a gasolina.

O que eles não explicam – não por desconhecimento, mas por má-fé – é que o ICMS só pode sofrer alterações por meio de autorização da Assembleia Legislativa e somente uma vez ao ano. Para eles, é mais cômodo colocar na conta do governador os aumentos ocorridos com Bolsonaro.

Desta forma, juntos, eles tentam jogar no colo de Flávio Dino uma culpa que, em maior parte, é de Bolsonaro. E ainda aproveitam para espalhar a falácia de que o Maranhão possui um dos maiores ICMS sobre gasolina do Brasil, quando o estado aparece, segundo levantamento da Fecombustíveis, com o 10º imposto mais barato do país.

Uma resposta

  1. A ordem para os vassalos do governo é dar, no mínimo, duas lambidas por dia?
    A que nível esses moleques de recado chegaram.

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