Segundo a Marinha do Brasil, a situação a situação do navio Stellar Banner, desde o dia 23 de fevereiro, encalhado na Costa do Maranhão a 100 quilômetros da costa de São Luís, permanece estável.
Em nota, a MB informa que o helicóptero UH-15 sobrevoou o local do encalhe no domingo, 8, e “não foram avistados vestígios de óleo”. A previsão é de fosse iniciada ainda neste dia a retirada dos mais de 4 mil litros de óleo do navio. Houve adiamento da medida, mas nada foi confirmado sobre nova data do procedimento. Sobra a retirada do minério transportado pelo navio que está adernando nada foi falado.
Os navios, o OSRV – Sailor (com drone embarcado), C-Atlas e C-Ambassador estão posicionados nas proximidades do local do acidentes, realizando monitoramento visual e por radar de detecção de óleo.
Estas informações foram repassadas na 12ª reunião realizada no domingo na Capitania dos Portos, em São Luís, com participação de representantes da Vale S.A., Ibama, Gerencia Ambiental do Porto do Itaqui e Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Renováveis.
A VALE S.A apresentou a modelagem da deriva em caso de derramamento de óleo. A empresa contratou uma equipe médica a fim de prestar apoio imediato na cena de ação. No sávado, um funcionário da empresa Ardent foi encaminhado para o hospital São Domingos após sofrer uma queda no navio.
Estão sendo empregados 255 militares da Marinha, no navio de Apoio Oceânico “Iguatemi”, o hidroceanográfico “Garnier Sampaio”, uma aeronave UH-15 e sete embarcações da Capitania dos Portos do Maranhão.
Atuam no local do encalhe: seis rebocadores (sendo três dotados com materiais para combate à poluição por óleo); um drone com câmera térmica; um helicóptero S-76C e três embarcações de suporte às atividades de contingência de derramamento de óleo (OSRV).