O governador Flávio Dino voltou a defender a união das forças progressistas do Brasil, já nas eleições de 2020, para que a população enxergue alternativas concretas de melhoria das condições de vida. Em entrevista à Revista IstoÉ dessa semana, ele disse que a esquerda precisa retomar o rumo com um programa claro, progressista e sem sectarismo.
“Nós temos uma situação política no Brasil bastante difícil, marcada por retrocessos econômicos e sociais e precisamos ter uma responsabilidade elevada, já que o tamanho do problema é elevado. A responsabilidade das forças políticas do campo nacional popular é buscar a máxima unidade possível, já nas eleições municipais, para que possamos oferecer alternativas à população”, destacou.
Ele avaliou que o desgaste do governo Bolsonaro aumenta, mas isso não basta, por isso é preciso que a população enxergue alternativas concretas de melhoria das condições de vida.
“Temos a eleição de 2020, que pode funcionar como a eleição de 1974 funcionou no regime militar. Naquela ocasião houve uma ampla unidade em torno de candidaturas ao Senado do MDB e isso resultou numa forte derrota do partido que sustentava a ditadura militar (Arena)”, exemplificou.
Para Dino, a oposição parece perdida em razão dos cinco anos difíceis, desde 2013, com uma sucessão de revezes, houve uma perda de rumo e, às vezes, uma paralisia acerca de como conduzir a abordagem política dos problemas nacionais.
“É preciso retomar o rumo com um programa claro, progressista e sem sectarismo, em que haja abertura para o diálogo e alianças com amplos setores políticos independentemente de suas posições pretéritas. Não dá, por exemplo, para imaginar que vamos obter vitórias eleitorais no futuro observando, por exemplo, a posição de A ou B em relação ao impeachment da ex-presidente Dilma”, destacou.

Uma resposta
vai da certin isso ai igual deu pondo a golpista da elisiane na chapa dele e agora ela traiu ele e votara a favor de Bolsonaro para pobre nao se aposentar