Poesia em dose dupla no Solar Maria Firmina

Boi, de Celso Borges, e Rua Morta, de Luís Inácio Oliveira, serão lançados nesta sexta-feira, às 19h, no Solar Maria Firmina, centro da cidade. As obras fazem parte da coleção Livrinho também é Livro, da editora Passagens, com projeto gráfico de Isis Rost. Boi reúne mais de 20 letras e poemas de Borges que trazem […]
O último guaraná Jesus do deserto: meu lance com Chico Maranhão. Por Fernando Abreu

Que Coca-cola que nada. Caí em cima desse “Lembranças, lenços lances de agora” (Palavra Acesa, 2022) como se ele fosse o último Guaraná Jesus do deserto. Um deserto que comecei a irrigar em 1979 quando cheguei de Grajaú para estudar em São Luís, onde havia nascido e onde de vez em quando passava férias. Tinha […]
Miolo, de César Nascimento e Celso Borges, é o bailado do boi com sua couraça colorida de miçangas e histórias bordadas

Pela segunda vez, depois de mais de uma centena de anos ininterruptos, a matraca e o pandeirão não fizeram o chão tremer durante o mês de junho. Sem os folguedos que iluminam os corações dos Homens, a música Miolo, de autoria de César Nascimento e Celso Borges, é um iodex na alma e nos remete […]
Maracatu de Cabeça: videoclipe antifascista vai na jugular do genocida e seus bolsonaristas

A batida da alma pernambucana nos tambores de guerra é a trilha sonora do videoclipe “Maracatu de Cabeça”, que está circulando nas redes sociais pedindo a cabeça dos fascistas no Brasil. De autoria do poeta maranhense Celso Borges em parceria com o compositor paraibano Assis Medeiros e o artista visual paulistano Daniel Minchoni, Maracatu Cabeça […]
Neste obscuro mês sem os folguedos que iluminam os corações dos Homens, Celso Borges levanta a sua chama com poemas de bumba-meu-boi

Pela primeira vez, depois de mais de uma centena de anos, a matraca e o pandeirão não fazem o chão tremer durante o mês de junho em São Luís. Neste obscuro mês sem os folguedos que iluminavam os corações dos Homens, o poeta Celso Borges não se dá por vencido e levanta a sua chama […]
Maqueano roxo, poeta Celso Borges esquecia o desprezo pelo Sampaio “naquelas tardes em que Bimbinha inventava o sol no Nhozinho Santos”

Celso Borges Eu falei outro dia numa mensagem curta do Instagram, quando soube da morte de Bimbinha, que às vezes eu saía de casa no domingo à tarde, no final dos anos 70, só pra vê-lo jogar no Nhozinho Santos. Era uma turma grande, de irmãos e primos, que ia junto, com suas bandeiras e […]