O que tem sido feito pelas escolas brasileiras sob a ótica de Flávio Dino e Ricardo Vélez

Enquanto Vélez tentava explicar medida ilegal para filmar estudantes, no Maranhão cinco novas escolas públicas foram entregues à população

Escola Municipal de Educação Básica São Jorge, Povoado Canto Bom (MA). Foto: Antônio Martins

Enquanto o ministro da Educação, Ricardo Vélez, tentava na última terça-feira (26) explicar no Senado Federal a recomendação ilegal para filmar estudantes entoando o slogan de campanha de Jair Bolsonaro (PSL), o governador Flávio Dino (PCdoB) inaugurava no mesmo dia cinco novas escolas públicas no Maranhão.

A cidade que recebeu as cinco escolas é Fernando Falção, a 534 km de São Luís, como parte do Plano Mais IDH criado para combater a pobreza e as desigualdades nos municípios com baixos indicadores sociais e substituir as escolas de parede de taipa (barro) por alvenaria.
Nos últimos 4 anos, segundo a Secretaria de Educação do Maranhão, 830 escolas, entre construções, reconstruções e reformas, foram entregues à população do estado.

“Sabemos que infraestrutura não é tudo, mas é uma colaboração efetiva que prestamos aos municípios. E é um gesto de respeito com professores, funcionários, crianças e seus pais. É uma forma de eles saberem que realmente o Brasil se preocupa com eles”, comemorou Dino no Twitter.

Metido em confusões infrutíferas, seria de bom grado a Vélez mais atenção aos problemas reais que rondam a educação brasileira. A falta de vagas em creches, a qualidade da merenda escolar brasileira ou mesmo o currículo escolar deficitário são necessidades mais urgentes a serem resolvidas.

Do blog do George Marques na Revista Fórum 

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