
Foi o sobrinho do presidente, Leo Índio, o grande articulador da nomeação da ex-candidata derrotada ao governo do Estado, Maura Jorge, para a superintendência regional da Funasa. Pelo menos é o que deixa transparecer o assessor parlamentar Leonardo Rodrigues de Jesus, o Leo Índio, primo dos filhos de Bolsonaro.
Além do Maranhão, o Índio do Planalto passou pela Bahia e Minas, com a função de catalogar nomes indicados para ocupar escalões na administração federal. No estado, Leo índio fez papelão com Maura Jorge e o deputado federal Edilázio Júnior em frente ao Palácio dos Leões na tentativa de fazer coro com um grupo de concursados da PM que desclassificados reivindicavam nomeação imediata.
Quando veio à tona a nomeação de Maura Jorge, o senador Roberto Rocha se apressou em colocar as digitais sobre o processo de escolha. Pelo que se percebe, o senador maranhense somente acrescentou um episódio burlesco em sua biografia de trapalhão.
Com carta branca para entrar e sair do Palácio do Planalto a hora que bem entender, Leo Índio é uma espécie de olhos e ouvidos do presidente. Está com a missão de elaborar dossiês.
