Governador do Maranhão diz que exploração de Alcântara não pode ser monopólio de um país; deputados querem ministros na Câmara para explicar termos do acordo

Com a ausência de informações concretas por parte do governo sobre o novo acordo para uso comercial pelos Estados Unidos da Base Espacial de Alcântara (MA), parlamentares apresentaram uma série de requerimentos para convocar ministros a darem explicações ao Congresso.
Os deputados federais maranhenses Márcio Jerry (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB) querem a presença na Câmara de Marcos Pontes, Ciência e Tecnologia e de Ernesto Araújo, Relações Exteriores, para que eles expliquem o alcance desse novo acordo com os norte-americanos e a garantia da soberania brasileira.
Jerry também solicitou à Câmara uma Comissão Externa para acompanhar a implementação do acordo entre o Brasil e os EUA. Já o deputado Pedro Lucas (PTB) alertou sobre a necessidade de um fundo de amparo para Alcântara como forma de compensação social à população.
A ampliação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) é também motivo de preocupação do governador Flávio Dino. Ao blog o comunista afirmou que não concorda com a ampliação da base e com remoção de mais famílias quilombolas do local.
“A exploração comercial não pode ser monopólio de um país, ou seja, a Base deve estar à disposição de todos os países que queiram usar e tenham condições para tanto. É vital a meu entender que se criem as condições para a retomada do Programa Espacial Brasileiro”, pontuou Dino.
Há mais 30 anos, cerca de 300 famílias de 25 localidades de Alcântara sofreram remoções compulsórias para a instalação do CLA. Dino falou da necessidade de rediscutir um plano de desenvolvimento para o Programa Aeroespacial Brasileiro.
Nas mãos do legislativo
Para entrar em vigor, o AST precisa ainda ser aprovado pelo Congresso Nacional, que já barrou o documento em 2002 por considerar que ele feriria a soberania do país. A Agência Espacial Brasileira (AEB) defende a aprovação do acordo para que o Brasil não fique de fora do mercado de lançamentos espaciais e afirma que esse tipo de documento é praxe no setor espacial.
Da Revista Fórum

Uma resposta
EDUCAÇÃO NO MARANHÃO PEDE SOCORRO! Diretor Geral me bloqueou! Mas segue denúncia: Estavam pensando que o CINTRA continuaria como cabide de votos! Estavam pensando que ninguém queria saber sobre a verba da Fundação Nice Lobão que mantém a escola! Estavam pensando que o povo do Anil só sabe baixar a cabeça e dizer Sim senhor pro novo coronel?! IEMA NÃO É A SOLUÇÃO! APLIQUEM O DINHEIRO DA FUNDAÇÃO. ESSA MUDANÇA É SÓ BALELA DE ELEIÇÃO! Educação Integral foi proposta desde 1994 quando foi fundada! Por que tiraram e agora querem enganar que vão trazer?! Fotos em 07 e 08 /03 de 2019. Não adianta maquiar agora. A maior escola pública da América Latina está esquecida! Porque não reformaram nas férias?! Não tem planejamento?!https://photos.app.goo.gl/SA6w1UKKULHKR3Br5