Bolsonaro desrespeita eleitorado maranhense que reelegeu Flávio Dino

A metralhadora de desrespeito de Jair Bolsonaro foi apontada para o Maranhão. Em vídeo gravado ontem, o presidenciável fala em varrer o comunismo do estado em 2022. A fala dele é uma afronta a quase 60% do eleitorado maranhense que escolheu reeleger Flávio Dino, inclusive com alguns votando no próprio Bolsonaro.

A sanha do candidato do PSL, na verdade, é em relação ao governador do Estado, crítico ferrenho dos desatinos antidemocráticos dele. Sempre que se refere ao Maranhão, Bolsonaro demonstra ódio contra os comunistas, que tem o reconhecimento do povo pelo grande trabalho realizado pelo atual governo.

Ao atacar de forma virulenta e fazer afirmação do tipo de que vai “varrer o comunismo” do Maranhão, Bolsonaro desrespeita o povo do estado, quem pensa diferente dele e acaba por reafirmar seu lado perseguidor aos que não rezam na sua cartilha.

Esse é o verdadeiro Bolsonaro.

Veja o vídeo:

Respostas de 3

  1. Agora parece ser tarde demais para tentar emplacar seu ódio disfarçado de um “apreço” que nunca existiu. Ao dizer publicamente, durante uma entrevista, que “.. a única coisa boa do Maranhão é Pedrinhas”, esse candidato colocou-se no vaso sanitário do Estado. E a população do Maranhão – de Gonçalves Dias, Gomes de Souza, de Sotero dos Reis, de Arthur e Aluízio Azevedo, de Josué Montelo, de Ferreira Gullar e de muitos outros homens e mulheres que se empenharam em elevar o nome do Estado – completou o serviço no momento em que deu a descarga no vaso por meio da reeleição de Flávio Dino.

  2. Agora parece ser tarde demais para tentar emplacar seu ódio disfarçado de um “apreço” que nunca existiu. Ao dizer publicamente, durante uma entrevista, que “.. a única coisa boa do Maranhão é Pedrinhas”, esse candidato colocou-se no vaso sanitário do Estado. E a população do Maranhão – de Gonçalves Dias, de Gomes de Souza, de Sotero dos Reis, de Arthur e Aluízio Azevedo, de Josué Montelo, de Ferreira Gullar e de muitos outros homens e mulheres que se empenharam em elevar o nome do Estado – completou o serviço no momento em que deu a descarga no vaso por meio da reeleição de Flávio Dino.

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