Quilombola e quebradeira de coco, Dijé viveu pela terra

Folha – A comunidade de Monte Alegre, no interior do Maranhão, não era reconhecida como quilombola quando o dia na casa de Maria de Jesus Ferreira Bringelo, a dona Dijé, começava com o cheiro do café passado. Com a mesa posta, chamava os filhos para comer antes de irem à escola, onde ela era alfabetizadora. […]