Roberto Rocha quer acabar com os capelães religiosos

Roberto Rocha durante evento de Alckmin: ataques contra o governo e fim das Capelanias

O presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) esteve em São Luís neste final de semana em agenda nacional da sua pré-candidatura. Recepcionado pelo presidente tucano no Maranhão, o senador Roberto Rocha, o ex-governador de São Paulo passou dois dias ouvindo seus partidários atacarem o governo Flávio Dino.

Um dos que mais dedicou seu tempo a fazer investidas contra o Estado foi o próprio Roberto Rocha. Pré-candidato ao governo, o senador confirmou que, se eleito, acabará com os serviços das Capelanias no Sistema de Segurança do Maranhão.

“Geraldo Alckmin administrou um estado que tem 130 mil policiais. Maior do que o exército da Argentina. E ele acabou com capelão no estado de São Paulo”, disse orgulhoso Roberto Rocha ao se referir aos responsáveis por levar a palavra de Deus, o aconselhamento espiritual, bem como a assistência aos familiares daqueles que são servidores públicos ou apenados pela justiça.

As palavras de Roberto Rocha demonstram que ele acha que a religião não ajuda a Segurança Pública. Mesmo o Maranhão sendo exemplo de queda da criminalidade em todo o Brasil.
Com números muito melhores do que São Paulo, por exemplo, com queda de 26% ante 4,65% da capital paulista na comparação entre os anos de 2016 e 2017, o estado administrado por Flávio Dino é, hoje, referência na área de segurança em todo o país.

Respostas de 2

  1. Faz bem. Polícia religiosa tem a Arabia Saudita, o Irã e outros nesta linha. A Repúblika Demokratica do Maranhão é, pelo que consta, laica.
    Pobre Maranhão…

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