Murad: a arrogância de um coronel que desobedece e incita a população contra a Justiça

A deputada Andrea Murad desafiou a Justiça e fez questão de comparecer ao arrastão  proibido pela juíza Josane Araújo
A deputada Andrea Murad desafiou a Justiça e fez questão de comparecer ao arrastão proibido 

Na última sexta-feira,  a cidade de Coroatá teve uma noite de terror e vandalismo provocados não pelo Bonde dos 40, como vem acontecendo em São Luís, mas pela irresponsabilidade da família Murad, que manteve, mesmo sem a presença da prefeita Teresa Murad, os seus eleitores nas ruas da cidade, incentivando-os a revolta contra a decisão da juíza Josane Araújo, que suspendeu todas as atividades de campanha política no dia de ontem no município.

Ao contrário dos Murad, o candidato Luís da Amovelar Filho, que lidera as pesquisas, não só cancelou o seu arrastão, como desmobilizou a sua militância, em respeito à decisão judicial.

Incitados por Ricardo Murad, os adeptos da candidatura de Teresa Murad tentaram invadir e saquear a loja do ex-prefeito Luís da Amovelar, dentre outros atos de vandalismo e agressões verbais de baixo calão contra a Polícia Militar, que tentava manter a ordem.

Em uma arrogância típica dos coronéis do início da República, a deputada Andrea Murad desafiou a Justiça e fez questão de comparecer a mobilização.

Em sua página no Facebook, Ricardo Murad parabenizou a desobediência civil dos seus eleitores e colocou mais lenha na fogueira ao classificá-la como um ato contra o arbítrio, a violência, o abuso do poder político e policial, e o uso da Justiça promovidos pelo governador Flávio Dino.

Veja cenas da baderna provocada pelos eleitores dos Murad

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