“Gaiolão” deixado por Roseana e Aluísio é demolido em Barra do Corda

Marrapá – Herança dos governos de Roseana Sarney e da gestão de Aluísio Mendes à frente da Segurança Pública, o “Gaiolão” da delegacia de Barra do Corda foi demolido na tarde de hoje por determinação do governador Flávio Dino depois da fatalidade com repercussão nacional ocorrida há duas semanas.

No último dia 08, detido pela PM por dirigir alcoolizado, o comerciante Francisco Edinei Lima Silva faleceu no referido “Gaiolão – uma espécie de cela usada para o banho de sol dos detentos, após um pico de pressão alta. O episódio foi explorado à exaustão pelo Sistema Mirante de Comunicação e por deputados serviçais do clã Sarney por mero interesse político.

Em nota à imprensa, o governo informa que desde janeiro de 2015, vem trabalhando para reduzir o número de presos nas delegacias e no caso especifico de Barra do Corda, as três delegacias da cidade serão assumidas pela Secretaria de Administração Penitenciária para construção de novos prédios com os padrões de modernização.

Uma resposta

  1. O gaiolão foi deixado por esses dois e mantido por mais de três anos pelo Camarada FD. Este é o fato. FOI MANTIDO POR MAIS DE TRÊS ANOS – pergunto: algum aliado de Roseana foi mantido em algum cargo de confiança no governo, transcorridos três anos? Não! Então porque algo tão imoral quanto esse gaiolão foi mantido? Se uma pessoa não tivesse morrido e essa morte alcançado repercussão nacional, tudo ficaria como no tempo de Roseana. Se é para manter tudo como era no tempo em que ela estava no poder, melhor então que ela volte ao poder. Pelo menos vamos estar com o original, e não a cópia mal feita.
    Pobre Maranhão…

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Operação contra Jacques Wagner evidencia a grande diferença na autonomia da PF entre as gestões Lula e Bolsonaro

Motos atropelam SUS e provocam canibalização da saúde e o cancelamento das cirurgias eletivas

Geografia do trauma sobre duas rodas: Quem morre e onde sangra o Maranhão

Esmenia, omissão como método, a herança excludente de Braide e o abandono da tradição e da população da Liberdade

O ralo do SUS, a fragilidade dos capacetes e o alerta para as madrugadas juninas

O DIA C: A Contradição do Azulejo, o Silêncio da Academia e o Balcão de Negócios da Nossa Memória

"Quando o mal triunfa o bem se esconde; quando o bem aparece, o mal fica de tocaia"

Wisława Szymborska