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    Arimateia de Jesus, o dono do estúdio Criador e Criatura estreia nessa sexta no blog

    Arimateia de Jesus em em seu estúdio Criador e Criatura

    Com bom humor nas palavras Arimateia de Jesus exigiu que nos primeiros dois meses o seu nome não constasse nas distorções publicadas pelo blog.

    As distorções a que se refere é o que se chama de charges. Ele admite até uma certa dose de arte, mas é distorção o que faz,.

    De um jeito ou de outro, ele nos apresenta humor, ironia e uma certa dose de realidade.

    Os dois meses encerram nesse terceiro dia de fevereiro. É o fim do estágio probatório, diz.

    Probatório ? Perguntei.

    Sim, foi só o que respondeu.

    Arimateia de Jesus é um maranhense com sede em São Paulo, onde realiza um trabalho multimídia. Na distorções, ele de maneira proposital não busca a perfeição nas suas montagens. Diz que toda a arte tem que amadora. O que exige profissionalismo é montagem de carro, cirurgia médica…

    Fernanda Torres diz que aprendeu como evitar um golpe e agradece a Flávio Dino e a Ricardo Cappelli o retorno a um país que ainda existe

    Depois de assistir a uma entrevista do ministro Flávio Dino aos jornalistas Tereza Cruvinel, Rodrigo Vianna e Marcelo Auler, no canal Brasil 247 do YouTube, e superar a angústia provocada pela distância e desinformação sobre o que ocorria no Brasil dia 8 de janeiro de 23, a atriz Fernanda Torres diz em sua coluna na Folha que Flávio Dino lhe ensinou como evitar um golpe. E agradece ao ministro, ao interventor Ricardo Cappelli “e a alguns outros o retorno a um país que ainda existe”.

    O sentimento de gratidão não é à toa.

    Torres acabou tendo uma relação muito própria com as tentativas da extrema direita, que no dicionário que trago, chamo de fascista, de avançar por sobre as Américas.

    Em 6 de janeiro de 21 durante a invasão do Capitólio, estava nas no sul da Bahia aproveitando as férias praianas permitidas pelo arrefecimento das pandemia. Acompanhando tudo pela internet, ficava se perguntando, como era possível que “Washington e Trancoso coexistissem no mesmo planeta”.

    Leia coluna completa AQUI

    Desta vez, no 8 de dezembro de 23, estava em uma Europa ameaçada por outra guerra. Zelenski (Ucrânia) e Putin (Russia) dominavam a grade do noticiário internacional e Torres era limitada a acompanhar o que acontecia no Brasil através de notas de rodapé veiculadas pelas redes de Tv.

    A angústia provocada pela distância e pela desinformação aumentava ainda mais quando buscava o sinal das emissoras do outro lado do atlântico.

    “Os canais brasileiros também se desdobravam em análises, comunicados e coletivas, sem oferecer nenhuma narrativa íntima dos que comandaram o barco legalista na tempestade”, constata, incrédula ao ponto de ter que admitir que talvez a distância tenha lhe deixado desatenta.

    Assista a entrevista AQUI

    Foi salva, como admite no texto, pela jornalista Patrícia Campos Melo que lhe indicou
    o link de uma entrevista de Flávio Dino aos jornalistas Tereza Cruvinel, Rodrigo Vianna e Marcelo Auler, no canal Brasil 247 do YouTube, “verdadeiro decálogo sobre como evitar um golpe”.

    Alertada pelo ministro, que “essas histórias devem ser contadas porque, depois, elas se perdem no tempo”, Fernanda reproduz vários trechos da entrevista ao 247, exatamente “ para sublinhar o que não deve ser esquecido”. E conclui:

    “Flávio Dino já havia dado provas de caráter e competência à frente do governo do Maranhão, durante o descarrilamento negacionista pandêmico. Depois dessa entrevista, minha sensação é a de que devo a ele, ao Cappelli e a alguns poucos o retorno a um país que ainda existe.”

    Leia alguns dos trechos da entrevista reproduzidos por Fernanda Torres

    “O ataque começou às 14h40; 15h15 eu estava entrando na garagem. Quando olhei pela janela do gabinete, primeiro me espantei, porque era uma cena inesperada, depois senti uma profunda indignação. Eu não cometeria o ato vergonhoso, eu não me perdoaria nunca, de assistir a uma tentativa de golpe de Estado e não fazer nada.”

    “A rápida decisão de decretar intervenção federal e assumir o comando da segurança do DF foi o que impediu o golpe. Em 1964, não havia o WhatsApp. Nós fizemos uma intervenção federal por WhatsApp, a ferramenta que municiou os golpistas.”

    “- Presidente, assine e me mande a foto, porque decreto no meio dessa emergência vale!”

    “- Mas não tem número.”

    “- Presidente, me dê o decreto com a sua assinatura!”

    “Mostrei o documento ao secretário Ricardo Cappelli e disse para ele descer e assumir o comando da PM do DF. E houve a coragem pessoal do Cappelli, o papel do indivíduo na história. Porque ele poderia ter me pedido outra coisa, ele tem filho para criar, mas o Cappelli desceu, foi atrás do comandante da PM e saiu puxando, ele e o secretário Diego Gaudino andaram com a PM até o quartel-general do Exército, no Setor Militar Urbano, levando a horda de terroristas para longe da Esplanada.”
  • Deu no D.O

    • A coluna Deu no D.O. está no ar com os generosos contratos dos nossos divinos gestores públicos. Dos caixões (R$ 214 mil) de Itapecuru-Mirim ao material de limpeza de Coroatá (R$ 2 milhões), ainda figuram Viana, Matões, Porto Rico e São José de Ribamar. 
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