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    Líder do bloco PSC/PTB, Aluísio Mendes usa prefeitura de SL para exaltar gestão petista em Araraquara e mandar recado para Bolsonaro

    O líder do bloco PSC/PTB e um dos articuladores do centrão na Câmara Federal, com direito a indicação de cargos federais no Maranhão e fotos com o presidente Jair Bolsonaro, o deputado Aluísio Mendes usou a prefeitura de São Luís (MA) para mandar um recado de descontentamento ou aviso de que está pulando fora da nau dos insensatos.

    Mendes fez questão de divulgar através de sua assessoria de imprensa, que “inspirado em iniciativas exitosas por todo o país […] encaminhou ao prefeito Eduardo Braide (Podemos) um ofício sugerindo a criação de um aplicativo de transportes de passageiros […] que tem como base a gestão do prefeito petista Edinho Silva, de Araraquara (SP)”.

    A gestão do PT no município paulista é alvo constante de ataques fakes disparados por Bolsonaro. Chega a ser até doentio.

    Nessa mesma quinta-feira que o deputado exaltou a gestão Edinho Silva, Bolsonaro voltou a repetir notícia falsa em sua live semanal nas redes sociais de que em Araraquara os moradores tiveram que comer cães e gatos.

    A informação falsa circula desde o ano passado, quando a cidade precisou fazer dois ‘lockdowns’, restringindo a circulação de moradores e fechando comércios, para conter casos, mortes e internações por Covid-19. O primeiro confinamento ocorreu em fevereiro e o segundo em junho. Em ambos, a prefeitura conseguiu reduzir a alta da doença.

    Aluísio Mendes diz que os constantes problemas nos serviços prestados pelas empresas atuais podem ser superados com um aplicativo público.  

    O Bibi Mob, como foi batizado o aplicativo araraquarense, foi lançado dia 3 de janeiro e é oferecido pela Cooperativa de Transporte de Araraquara, a Coomappa.  Ele está disponível gratuitamente na Play Store e iOS.

    Com informações do G1 e da Assessoria do deputado Aluísio Mendes

    Flávio Dino é reconduzido à presidência do Consórcio Amazônia Legal até 31 de março

    Flávio Dino participa de reunião do Consórcio da Amazônia Legal

    O governador Flávio Dino foi reconduzido, em votação, à presidência do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal (CAL). A entidade é formada pelos nove estados amazônicos: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. 

    Os governadores acataram sugestão do governador Helder Barbalho, do Pará. Com isso, o novo mandato do governador Flávio Dino vai até 31 de março. Após essa data, assume a presidência do Consórcio o governador Waldez Góes, do Amapá, que já foi presidente da entidade por duas vezes. 

    Durante o ano de 2021, primeiro ano do governador Flávio Dino à frente do Consórcio, os estados da Amazônia Legal estreitaram os laços com a comunidade internacional e lançaram o Plano de Recuperação Verde (PRV), que oferta uma cartela de projetos em busca de financiamento de ações capazes de combater o desmatamento ilegal, reduzir emissões de gases de efeito estufa e promover o  desenvolvimento sustentável e a bioeconomia da região. 

    Para o governador Flávio Dino, o Consórcio é marcado pela unidade dos estados da Amazônia, visando a proteção da floresta em pé e ampliação das oportunidades aos cidadãos amazônidas. 

    “Tenho muito otimismo de que as sementes plantadas neste Consórcio irão, em breve, frutificar. Temos tratativas com a Coalizão Leaf (fundo internacional de financiamento de ações verde), com um encaminhamento correto, e um diálogo franco com a comunidade internacional. Creio que muito em breve os nossos sonhos vão se materializar”, disse.

    Covid explode antes do carnaval e contamina e mata mais do que nos últimos 4 meses de 2021

    O mês de janeiro registrou uma explosão de casos e óbitos por Covid no Maranhão e em São Luís.

    Segundo boletins divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde, foram 15.873 notificações, número superior a soma dos registrados em dezembro (5.307), novembro (3.949) e outubro (4.515).

    Janeiro só perde para o mês de julho, quando foram confirmados 18.722 casos.

    A situação é mais preocupante é que, embora a nova vertente da Covid, a Ômicron, seja considerada de baixo poder ofensivo, o número de óbitos, 111, é o maior desde o mês de setembro, com tristes 134 vítimas fatais.

    Não foi possível confirmar o número de óbitos em São Luís. No entanto, os boletins diários da SES apontam que em janeiro 2.788 ludovicenses foram atingidos pelo vírus. Número maior do que todos os contaminados entre setembro e dezembro.

    Estudos da Universidade de Washington estimam que o Brasil registre 2,3 milhões de casos por dia e 30 mil óbitos até o dia 1o de maio.

    A epidemiologista Fátima Marinho, que integra a rede de pesquisadores que envia dados brasileiros à universidade americana, disse à Folha que os estados com menor cobertura vacinal, vão experimentar maior severidade de casos e maior mortalidade.

    O bicho fica feio com a aproximação do carnaval e o descaso das autoridades públicas. Todos os finais acontecem várias festas nas ruas da cidade, à exemplo da ocorrida no bairro da Liberdade.

    Indicado por Weverton, diretor do Detran e ex-prefeito de Codó Francisco Nagib anuncia apoio à candidatura Brandão

    Márcio Jerry, Carlos Brandão e os ex-prefeitos de Codó Francisco Nagib e Zito Rolim

    Aliado de primeira hora do senador Weverton Rocha (PDT), o ex-prefeito de Codó e atual diretor do Detran Francisco Nagib (PDT) declarou segunda-feira, praticamente no mesmo horário da coletiva na sede do PDT,  o seu apoio à candidatura de Carlos Brandão (PSDB) ao governo do Estado.

    A escolha do vice-governador como candidato da base de apoio do governador Flávio Dino fez com que Weverton  Rocha deixasse o grupo para se lançar pré-candidato ao governo do estado, em clara oposição à candidatura dinista.

    A saída de Nagib do grupo pedetista é bastante representativa, já que se trata de um nome da alta cúpula de Weverton, tendo sido, inclusive, confiada a ele a missão de gerir um dos maiores órgãos do governo, o Detran.

    Com o rompimento do PDT com a base de apoio do governador Flávio Dino e a definição de duas candidaturas, a movimentação de lideranças e partidos tanto de um lado, quanto para o outro , será intensa até a data das convenções. Embora se saiba que o trabalho realizado nesses sete anos favorece francamente à Carlos Brandão. Além do trabalho como vice, ele assume os Leões dia 02 de abril, quando Flávio transfere o comando do Estado para disputar uma vaga no Senado.

    Segundo calendário eleitoral divulgado pelo TSE, as convenções partidárias para a escolhas de candidatos acontecem de 20 de julho a 5 de agosto.

    Durante a coletiva de Weverton , a ausência de muitos pedetistas históricos foram notadas. Sem que se possa ventilar motivos, mas fontes confidenciaram ao blog um certo azedume provocado especialmente  por certas lideranças municipais e ocupantes de cargos na cota do PDT no governo do estado. O blog vai se reservar não divulgar os nomes revelados pelas fontes, para não correr o risco de cometer injustiça.

    Mas os ausentes com certeza preencheram uma grande lacuna e a turma do PDT sabe muito bem quem são.

    Eleições: Weverton, a candidatura ao governo e o risco político com as voltas que o mundo dá

    Weverton durante coletiva na sede do PDT, onde anunciou oficialmente sua pré-candidatura ao governo

    Não há como discordar da atitude do senador Weverton Rocha (PDT) em manter sua candidatura ao governo do estado. Posso até achar precipitada ou mesmo equivocada. Mas nunca,traição.

    Partido político não é amigo de partido político. Weverton simplesmente tomou o caminho que achava que devia tomar. E não é surpresa, pois desde o início de sua pré-campanha já deixava claro que não aceitaria outro resultado das reuniões com os partidos da base de apoio do governador Flávio Dino, que não fosse pela sua candidatura.

    Se sua decisão é a correta? Não sei. O tempo dirá. A política não perdoa passos em falso. Quantos nomes sumiram após alguns ou um só mandato? De igual forma, quantos tiveram ascensão meteórica?

    Muitos.

    Weverton, no entanto, precisa mudar o seu discurso. Antes que pague um preço – que a princípio não merece – logo na largada.

    Na coletiva na sede do PDT, onde oficializou sua pré-candidatura, voltou a ressaltar que ele, Dino e Lula sempre estiveram do mesmo lado, ao contrário do vice-governador Carlos Brandão.

    “Todos sabem que sempre estivemos do mesmo lado, sempre tivemos as mesmas causas. E ele [Brandão], claro, que não é desse mesmo lado. Não adianta agora ele mudar de partido e agora virar progressista”, disparou.

    A um só tempo Weverton consegue valorizar seu adversário e desqualificar quem está a seu lado.

    Ora, ao dizer que Brandão é do outro lado, vai ao encontro da política de aliança defendida por Lula, que é ampliar o leque de sua candidatura com a indicação de Geraldo Alckmin, como vice de sua chapa.

    Filiado ao PSDB, o ex-governador de São Paulo, está de malas prontas para mudar para o PSB.

    É exatamente por serem do “outro lado”, tanto Alckmin quanto Brandão agregam o centro à candidatura petista. Atraem eleitores que não são eleitores de esquerda e muito menos de direita.

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    Lula defende aliança eleitoral que ‘ultrapasse as fronteiras do PT’

    Na tarde desta segunda, Lula disse durante Seminário Resistência, Travessia e Esperança, que só ver sentido em sua candidatura se for como parte “de um movimento que ultrapasse as fronteiras do PT”.

    Segundo o jornal Folha de São Paulo, a decisão do PT maranhense foi respaldada pelo diretório nacional do partido. É visto como um aceno ao PSB. “Uma movimentação que pode favorecer a construção de uma federação entre as siglas e também a formação de uma chapa com Lula (PT) e Geraldo Alckmin”.

    Embora tenha dedicado os seus primeiros quatro anos de mandato de senador à sua pré-campanha ao governo do estado – ao contrário, por exemplo, da senadora Eliziane Gama que se destacou na CPI da Vacina – Weverton desempenhou um papel como deputado federal e líder do PDT, sem igual.

    Em 2016, quando ainda não se falava em Vaza Jato, ele apresentou e garantiu a aprovação de emenda que institui o crime de responsabilidade de juízes e promotores, contrariando a mídia, Sérgio Moro, Daltan Dallagnol e toda uma gama de discípulos lavajatistas.

    Foi alvo de uma campanha difamatória por parte da mídia que o acusava de ‘desfigurar as chamadas 10 medidas de combate à corrupção’, de retaliar o Ministério Público e o Judiciário. Os procuradores da Lava Jato ameaçaram renúncia coletiva. O relator do projeto na Câmara, ninguém mais, ninguém menos do que Onyx Lorenzoni bradou aos quatro ventos que a proposta de combate à corrupção idealizado pelo MPF e entregue ao Congresso Nacional com apoio de 2,4 milhões de pessoas, foi dizimado.

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    Não apoiar a candidatura de seu vice por dois mandatos, Flávio Dino não só estaria negando o seu próprio governo – afinal, um vice que não serve para sucedê-lo, não serve para ser vice – como também estaria colocando fim na carreira política de seu companheiro de jornada.

    Ao assumir o governo com a sua desincompatibilização para disputar o Senado, Brandão só tem a alternativa de disputar a reeleição como governador. Ou então não assumir os Leões e desmoralizado tentar uma vaga na Câmara Federal.

    A história recente nos prova o que dá quando um governador vai contra o nome de seu vice, também por dois mandatos. Eleito em 2002, por força de sua articulação política, José Reinaldo Tavares rompeu dois anos depois e deu início ao que seria a primeira derrota histórica da família Sarney no estado.

    Com mais quatro anos de mandato no Senado e com o limite de um mandato de governo a Carlos Brandão, já que ele estaria sendo reeleito, Weverton tinha ou ainda tem todas as condições de negociar o futuro.

    Se preferir manter sua candidatura ao governo, como anunciado na coletiva de segunda-feira; é  esperar que se comporte como candidato, como ele mesmo diz, do mesmo lado de Dino e Lula. E que não se deixe levar pelo calor da campanha e perca o trem da história…

  • Deu no D.O

    • A coluna Deu no D.O. está no ar com os generosos contratos dos nossos divinos gestores públicos. Dos caixões (R$ 214 mil) de Itapecuru-Mirim ao material de limpeza de Coroatá (R$ 2 milhões), ainda figuram Viana, Matões, Porto Rico e São José de Ribamar. 
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