Blog do Garrone

Típico das oligarquias, Roseana personifica o Estado e transforma esqueletos em “obras iniciadas”

Roseana Sarney: o absolutismo de quem confunde Governo e Estado

Ao afirmar que o governador Flávio Dino só está dando continuidade ao seu governo por repetir seus programas e inaugurar obras iniciadas na sua gestão, a ex-governadora Roseana Sarney revelou o seu caráter absolutista ao confundir Governo e Estado e a sua capacidade de degenerar a realidade.

O Estado é permanente e sobrevive à transitoriedade dos governos. Ao personifica-lo, Roseana atende à lógica oligárquica!    

A ex-governadora também demonstrou sua expertise em desvirtuar os resultados da sua administração ao transformar suas obras inacabadas em obras iniciadas!

Roseana assina ordem de serviço do hospital macrorregional de Santa Inês ao lado do ex-prefeito Ribamar Alves                  em março de 2013

Um bom exemplo foi a inauguração em agosto de 2016 do hospital macrorregional de Santa Inês, que teve ordem de serviço assinada em março de 2013 e previsão de inaugurar até março de 2014, segundo foi anunciado à época.

Dois anos depois, ao inaugurar o hospital o governador Flávio Dino fez questão de ressaltar que está concluindo as obras que encontrou pela metade, porque respeita o dinheiro público, que “não é de A, B ou C, e sim de todo o povo do Maranhão”.

É essa a continuidade promovida pelo atual governo, que ainda pretende concluir obras de outros hospitais, escolas, estradas, pontes, etc. deixadas ao léu pelo antigo regime!

Aliás, é Roseana quem se aproveita dessa atitude republicana e responsável de Flávio Dino em não deixar expostos os esqueletos da sua administração, para mais uma vez enganar a população, outorgando a si o mérito das obras, como se as tivera deixado por falta de tempo e não por descaso e desperdício de dinheiro público. 

Mas, a refinaria de Bacabeira e o hospital fantasma de Rosário vão permanecer vivos na memória do cidadão que paga seus impostos e não recebe de volta os benefícios do seu investimento.

Uma afronta, essa sim, iniciada no seu governo!

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