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    Deu no D.O.

    Choque de gestão  A prefeitura de Vitorino Freire contratou R$ 2.822.320,00 em materiais elétricos e de construção da Francisco Cândido Lima – ME, empresa que levou sete lotes para fornecer os apetrechos durante nove meses.

    Pé na máquina I – Já em Porto Franco o negócio foi investir R$ 2.473.858,76 na frota do município, divididos em quinze contratos, entre serviços de manutenção e aquisições de pneus e peças. R$ 1.241.270,76 foram em peças de reposição; R$ 836.762,00 em pneus e câmaras de ar; e R$ 395.826,00 foram destinados para a preservação dos veículos.

    Pé na máquina II – A empresa Auto Motordiesel Ltda. foi quem mais faturou e levou cinco contratos somados em R$ 1.366.870,76. Quatro no total de R$ 1.241.270,76 para fornecer peças; e um de R$ 125.600,00 para prestar serviços de manutenção. Em seguida vem a F P Comercial Ltda – ME com um bolão de R$ 922.950,00, referente a quatro contratos. Três contabilizados em R$ 722.870,00 por pneus e câmaras de ar; e um de R$ 200.080,00 para a manutenção dos veículos.

    Pé na máquina III – E por último, a Castro e Carvalho Ltda – ME encerra o cortejo com seis contratos com a marca de R$ 184.038,00. Quatro calibrados em R$ 113.892,00 para o fornecimento de pneus e câmaras de ar, e dois somados em R$ 70.146,00 para os serviços de manutenção.

    Frota incerta – Enquanto isso, em Vargem Grande o dinheiro público tomou o caminho de Luiz Raimundo Teixeira Lobato –EPP, que faturou R$ 3.773.376,00 em um contrato para fazer o transporte escolar, “com veículos devidamente adaptados e licenciados”. O extrato publicado no Diário Oficial não especifica o tamanho da frota contratada, e tampouco, o ano de fabricação.

    Com todo gás – Para completar a trajetória tortuosa, a prefeitura de Paço do Lumiar encheu o tanque para fazer o negócio andar; e contratou R$ 3.031.946,13 em combustível da Rolim e Rolim Ltda- ME. Distribuídos em quatro contratos, o petróleo vai abastecer as secretarias de Administração, Desenvolvimento Social, Educação e Saúde.

    Vá com Deus – Por outro lado, em São João do Carú a prefeitura garantiu a passagem dessa para melhor e contratou R$ 219.380,00 em urnas funerárias da M M de Sousa Jonsen – ME até o final de 2017. Com a benção do prefeito Francisco Vieira Alves, morreu, levou.

    Papel-moeda – No mesmo compasso e com o rendimento nominal mensal per capita de até ½ salário mínimo de 53,8% da população, a prefeitura de São Bernardo assinou quatro contratos pela hora da morte para a aquisição de RS 1.401.913,00 em material gráfico da Raimundo Nonato Martins Brito, empresa localizada em Chapadinha.

    Alegria, alegria I – Diante de tudo isso, só restou ao prefeito de Alto Alegre do Pindaré Francisco Dantas Ribeiro Filho produzir uma peça de ficção e contratar por R$ 20.400,00 a R F Diniz Comércio e Serviços – ME para fazer serviços de publicação em jornal de grande circulação, que possua tiragem diária mínima de 30 mil exemplares. 

    Alegria, alegria II – Segundo ranking divulgado em 2015 pela Associação Nacional de Jornais – ANJ, nenhum jornal maranhense esteve entre os 50 de maior circulação no País.  As tiragem foram de 249.297 do Super Notícia, de Minas Gerais, a 16.121 exemplares do A Notícia, de Santa Catarina, de acordo com o Instituto de Verificação de Comunicação– IVC.

  • Deu no D.O

    • A coluna Deu no D.O. está no ar com os generosos contratos dos nossos divinos gestores públicos. Dos caixões (R$ 214 mil) de Itapecuru-Mirim ao material de limpeza de Coroatá (R$ 2 milhões), ainda figuram Viana, Matões, Porto Rico e São José de Ribamar. 
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