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    Deu na GloboNews: Sarney Filho não quer Roseana na chapa e sonha com Roberto Rocha

        Temendo que a candidatura da irmã Roseana leve os dois para o buraco, Zequinha           Sarney trabalha para que o clã apoie Roberto Rocha na disputa pelo governo em 2018

    Comentário do jornalista Vandson Lima, do Valor Econômico, no programa Fatos e Versões (GloboNews), revelou que diante da dificuldade do clã em eleger duas crias a cargos majoritários em 2018, o ministro Sarney Filho (PV) trabalha para que o candidato da oligarquia ao governo seja o senador Roberto Rocha (PSDB).

    Zequinha acredita que suas chances de conquistar uma das vagas no Senado são maiores em uma dobradinha com o famoso asa de avião do que com sua irmã Roseana, cuja a candidatura ainda não decolou e pode levar os dois para o buraco.

    É só olhar para que lado aponta a biruta…

    Roseana quer se livrar de “chapa puro sangue” da oligarquia

    Sarney Filho será o próximo a ser “desconvidado” por Roseana Sarney

    Com a rejeição batendo a casa dos 50%, a quatro vezes ex-governadora sabe que tem um “teto baixo”, como se diz na política. Parte de uma base consolidada de eleitores do sarneysismo, mas tem dificuldade de conquistar a maioria do eleitorado maranhense.

    Para superar esse obstáculo, alertada pelo seu consultor Antônio Lavareda (o mesmo de Temer), Roseana quer se livrar de colegas de chapa identificados com o legado da oligarquia.
    Partiu daí a ideia de convidar Lobão a se retirar da candidatura ao Senado.
    O próximo passo será também “desconvidar” o irmão Sarney Filho.

    Três sarneysistas históricos (sendo dois de nascença) na mesma chapa são considerados muito pesados para voar por Lavareda.

    Típico das oligarquias, Roseana personifica o Estado e transforma esqueletos em “obras iniciadas”

    Roseana Sarney: o absolutismo de quem confunde Governo e Estado

    Ao afirmar que o governador Flávio Dino só está dando continuidade ao seu governo por repetir seus programas e inaugurar obras iniciadas na sua gestão, a ex-governadora Roseana Sarney revelou o seu caráter absolutista ao confundir Governo e Estado e a sua capacidade de degenerar a realidade.

    O Estado é permanente e sobrevive à transitoriedade dos governos. Ao personifica-lo, Roseana atende à lógica oligárquica!    

    A ex-governadora também demonstrou sua expertise em desvirtuar os resultados da sua administração ao transformar suas obras inacabadas em obras iniciadas!

    Roseana assina ordem de serviço do hospital macrorregional de Santa Inês ao lado do ex-prefeito Ribamar Alves                  em março de 2013

    Um bom exemplo foi a inauguração em agosto de 2016 do hospital macrorregional de Santa Inês, que teve ordem de serviço assinada em março de 2013 e previsão de inaugurar até março de 2014, segundo foi anunciado à época.

    Dois anos depois, ao inaugurar o hospital o governador Flávio Dino fez questão de ressaltar que está concluindo as obras que encontrou pela metade, porque respeita o dinheiro público, que “não é de A, B ou C, e sim de todo o povo do Maranhão”.

    É essa a continuidade promovida pelo atual governo, que ainda pretende concluir obras de outros hospitais, escolas, estradas, pontes, etc. deixadas ao léu pelo antigo regime!

    Aliás, é Roseana quem se aproveita dessa atitude republicana e responsável de Flávio Dino em não deixar expostos os esqueletos da sua administração, para mais uma vez enganar a população, outorgando a si o mérito das obras, como se as tivera deixado por falta de tempo e não por descaso e desperdício de dinheiro público. 

    Mas, a refinaria de Bacabeira e o hospital fantasma de Rosário vão permanecer vivos na memória do cidadão que paga seus impostos e não recebe de volta os benefícios do seu investimento.

    Uma afronta, essa sim, iniciada no seu governo!

    Os indícios suspeitos de desembargador e juiz para excluir Roseana da Máfia da Saúde

    É no mínimo nebulosa a decisão do juiz auxiliar Clésio Coelho Cunha de absolver sumariamente a ex-governadora Roseana Sarney no caso da Máfia da Saúde, o que pode provocar uma ação no Conselho Nacional de Justiça.

    Seja pela celeridade de um juiz substituto, que também respondia pela 1ª Vara da Fazenda Pública e pelas 2ª e 3ª Varas Cíveis de São Luís – tudo no mesmo período que proferiu decisão que livrou Roseana do banco dos réus – como também pelas estranhas decisões do desembargador Antonio Guerreiro Júnior, durante a sua interinidade na Corregedoria Geral de Justiça em substituição a corregedora-geral, a desembargadora Anildes Cruz.

    A trama começou quando o juiz titular da 7ª Vara Criminal, Fernando Luiz Mendes Cruz, acatou a denúncia do Ministério Público contra Roseana Sarney, seu cunhado, o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, e mais quinze pessoas, acusadas de desviar recursos para a construção de 74 hospitais em todo o estado; e resolveu tirar férias enquanto cumpria-se a diligência da citação por carta precatória da única ré que ainda não tinha sido convertida em ré, por morar em São Paulo.

    Segundo o MP, empresas ganharam sem licitação contratos superfaturados na Secretaria de Estado da Saúde; e parte considerável desse superfaturamento foi utilizada para financiar campanha à reeleição da ex-governadora.

    Mas, as férias regulares do juiz titular, que esperava analisar todo o processo quando retornasse ao trabalho, foi o suficiente para que um outro juiz fosse designado pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, em sequência de atos suspeitos, para absolver sumariamente Roseana Sarney da acusação.

    A 7ª Vara Criminal não possui um juiz substituto automático, de modo que cabe a Corregedoria Geral de Justiça designar o magistrado para responder pela Vara, durante as férias do titular.

                                                        Estranhas coincidências

    É aí que as coincidências fazem a porca torcer o rabo. Antes do início das férias do juiz Fernando Cruz, na ausência da corregedora-geral de Justiça, o desembargador Guerreiro Júnior, que a substituía, baixou no dia 23 de fevereiro de 2017 um ato cancelando as férias do juiz auxiliar Clésio Coelho Cunha, que coincidiria com as do titular da 7ª Vara.

    No dia seguinte, 24 de fevereiro, e apenas três horas depois que o ato foi efetivamente assinado (8h22), Guerreiro Júnior designou (11h19) o juiz Clésio Cunha para responder pela 7ª Vara, com início dia 02 de março de 2017.

    Daí em diante foram necessários apenas doze dias corridos, ou sete dias úteis, para que Clésio Cunha proferisse decisão (13/03/2017) livrando a ex-governadora da ação penal!

    E isso porque somente o processo principal já possui mais de seis mil folhas, sem contar as dezenas de volumes em apenso!

                                                          Leitura dinâmica 

    Em apenas doze dias, Clésio Cunha leu todas as páginas dos autos, analisou todas as doze defesas apresentadas, observou as disposições legais e redigiu a decisão que pôs fim ao incômodo para Roseana Sarney em responder na Justiça a acusação de financiar a sua campanha eleitoral com recursos desviados da saúde pública do Maranhão!

    Operadores do Direito ouvidos pelo blog estranharam que um juiz com a experiência de Clésio Cunha, tenha denominado a sua decisão confirmando a denúncia contra os outros envolvidos e marcando audiências, de “sentença”, enquanto seria uma decisão interlocutória, pois não extinguiu o processo.

    O mais grave ainda, observaram, é que a decisão não analisou as defesas apresentadas por onze dos dezessete réus, limitando-se apenas a defesa da ex-governadora.

    Consideraram ainda pior o fato de que alguns réus deixaram de apresentar suas defesas, apesar de terem sido citados, e o juiz Clésio Cunha, além de decretar a revelia, deixar de encaminhar o processo para a Defensoria Pública, pois ninguém pode ser processado sem a legítima defesa, como determina o Código Penal.

                                                              Saúde eleitoral

    Roseana Sarney e Ricardo Murad : Ela se despede e o cunhado continua no banco dos réus no caso da Máfia da Saúde

    A Máfia da Saúde, como ficou conhecida a organização que atuava, segundo o Ministério Público, para desviar recursos da Saúde durante o Governo Roseana Sarney, responde a vários inquéritos, denúncias e ações de improbidade, nas justiças Federal e Estadual.

    Até o momento, a ex-governadora só havia sido incluída nessa ação, exatamente porque há nela indícios suficientes de seu benefício direto com os atos de corrupção.

    Investigações do MP apontam que ela recebeu em sua conta de campanha R$ 1,9 milhão depositados pelas empresas logo após receberem pagamentos “superfaturados” pelas obras dos hospitais no programa Saúde É Vida.

    Mas Roseana segue no banco dos réus da ação penal que apura o escândalo da Máfia da Sefaz, onde inclusive está com todo o seu patrimônio bloqueado por decisão da Justiça.

    Um dia a casa –  com todos os seus cômodos –  cai!

    Roseana só conseguiu reunir alguns eleitos do PMDB graças ao seminário da Famem

    Roseana e alguns prefeitos do PMDB eleitos em 2016

                         Roseana e alguns prefeitos do PMDB eleitos em 2016 

    A reunião do PMDB com os prefeitos eleitos e reeleitos em 2016 poderia ser mais uma agenda rotineira do partido, mas que acabou caindo no ridículo com a tentativa falaciosa do Sistema Sarney de Comunicação e seus satélites nas redes sociais em transformá-la em um grande ato político.

    Ao divulgar e festejar o encontro como se fora resultado da liderança da ex-governadora Roseana Sarney, revelaram na verdade a sua decadência e perda de comando.

    Em primeiro lugar, ela não reuniu os prefeitos, mas aproveitou o seminário promovido pela Famem em São Luís sobre transição municipal e início de governo, que contou com mais de 130 gestores, para arregimentar os filiados ao PMDB para uma conversa na casa do secretário-geral do partido, Remi Ribeiro.

    Tal a sua debilidade política, que mesmo com a presença dos prefeitos na capital, ela teve que marcar a reunião para a mesma data, sexta-feira, dia 18, do seminário, pois caso marcasse para o sábado, nenhum deles ficaria na capital.

    E nem assim ela conseguiu reunir os 22 prefeitos eleitos, apesar de propagar o contrário. Foi preciso colocar na foto dirigentes, ex-deputados, deputados e toda a fauna possível para fazer número e ludibriar o leitor sobre a sua força política no estado.

    Isso é que é liderança!

    Para reforçar o engodo, a página oficial do PMDB na internet não divulgou os nomes dos prefeitos presentes na reunião!

    Aliás, o encontro não foi – embora assim os propagandistas tenham exaltado – com a ex-mandatária dos Leões, mas com o diretório estadual da legenda, por obra e articulação do senador João Alberto, com o objetivo de angariar apoio político para a reeleição do seu filho, o deputado federal João Marcelo, que colocou o seu gabinete em Brasília a disposição e prometeu emendas para os municípios ali representados.

    Enrolada até o pescoço com as acusações do Ministério Público sobre a sua participação em uma organização criminosa, que provocou um rombo de R$ 1 bilhão nos cofres públicos, Roseana vive momentos de incertezas, e sem poder fazer planos entregou o seu destino às mãos do Criador.

    Questionada sobre o seu futuro político, respondeu desconsolada:

    – O futuro, a Deus Pertence!

    A Grande Família: Cunhado de Roseana é nomeado em ministério de Zequinha

    Samir Murad, irmão de Jorge e cunhado de Zequinha, nomeado em Ministério

    Samir Murad, irmão de Jorge e cunhado de Zequinha, nomeado em Ministério

    VEJA – O governo do presidente interino Michel Temer acomodou hoje o advogado Samir Jorge Murad em um cargo de direção no Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Irmão de Jorge Murad, que vem a ser marido da ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), Samir foi nomeado em um despacho do ministro Eliseu Padilha no Diário Oficial da União para ser um dos quatro diretores do Conselho Diretor da autarquia responsável por gerenciar as florestas públicas do país.

    O Serviço Florestal Brasileiro é naturalmente vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, ocupado pelo irmão de Roseana, Sarney Filho (PV). Samir Murad ganhará cerca de 28.000 reais por mês.

    (João Pedroso de Campos, de São Paulo)

  • Deu no D.O

    • A coluna Deu no D.O. está no ar com os generosos contratos dos nossos divinos gestores públicos. Dos caixões (R$ 214 mil) de Itapecuru-Mirim ao material de limpeza de Coroatá (R$ 2 milhões), ainda figuram Viana, Matões, Porto Rico e São José de Ribamar. 
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