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    Veja o diagnóstico de Boulos para ataques bolsonaristas aos ministros do governo Lula

    As audiências nas comissões da Câmara Federal têm se transformado em um picadeiro de circo de quinta categoria e e seus animais adestrados.

    É a figura mínima para desenhar o papel desempenhado pelos bolsonaristas durante as participações dos ministros do governo Lula. A metáfora ralé não é em função da ferocidade dos ataques ao primeiro escalão do governo, mas pela pantomina produzida.

    Desinformados, os deputados acabam propiciando cenas hilárias, vergonhosas até.,

    Chega a ser constrangedor aos convidados ter que corrigir os parlamentares.

    É tanta peia no lombo que chegar a doer.

    O diagnóstico do deputado Boulos foi certeiro:

    No Plenário da Câmara, Edilázio ataca líderes religiosos maranhenses

    Edilázio Júnior: boquirroto

    Na tarde desta quarta-feira (24), o deputado federal Edilázio Júnior (PSD-MA) – o Ed Península – voltou a ocupar a tribuna da Câmara dos Deputados para atacar o governo de Flávio Dino (PCdoB) e mais diretamente os líderes religiosos maranhenses.

    Alvoroçado, o genro de Nelma Sarney, cunhada do oligarca José Sarney, demonstrou orgulho da da decisão proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques, de suspender quatro leis estaduais do Maranhão que regulam a prestação do serviço de capelania nos quadros da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Secretarias de Administração Penitenciária e de Segurança Pública.

    Com a decisão do ministro indicado por Jair Bolsonaro (sem partido) capelães – padres e pastores que atuam há mais de 20 anos no sistema penitenciário e de segurança pública – estão ameaçados de serem banidos do serviço. A ameaça vem diretamente do procurador-geral da República, Augusto Aras, também nomeado pelo presidente.

    “Venho aqui destacar a acertada a decisão do ministro Kassio Nunes, da última segunda-feira, na qual ele considera inconstitucional uma lei criada pelo governador comunista de nosso estado criando 36 de capelães”, disse Ed Península, sem explicar a relação direta que mantém com a advogada Ana Graziela Neiva, advogada e amiga pessoal da ex-governadora Roseana Sarney.

    Pelas leis maranhenses, que Nunes Marques pretende barrar, as vagas podem ser preenchidas por nomeação do governador. Na avaliação do ministro da Corte, no entanto, a brecha para indicações coloca em risco o princípio da liberdade religiosa. Para o ministro, a seleção deve ser feita via concurso público.

    Se prosperar, a ação vai representar um duro golpe num serviço que vem sendo feito desde 1947 no estado. A nomeação de capelães, que são indicados pelas igrejas, vem sendo feita desde então por todos os governadores que assumiram o poder no Maranhão.

    Governadores de diferentes posições políticas como Roseana Sarney, Jackson Lago e Flávio Dino fizeram as nomeações, mantendo uma tradição de trabalho religioso nas penitenciárias maranhenses e com os agentes das forças de segurança.

    Atacado por bolsonaristas que apoiam Braide, Dino desafia presidente a entrar na disputa em São Luís

    Não mande seus aliados ou súditos; venha você mesmo para a briga. Não foram essas as palavras, mas foi essa a essência da mensagem do governador Flávio Dino para o presidente Bolsonaro.

    A resposta veio após líderes bolsonaristas de dentro e de fora do Maranhão gravarem vídeo de apoio a Eduardo Braide e, ao mesmo tempo, atacando Dino.

    “Uns dois ou três ‘líderes’ bolsonaristas fizeram vídeos apoiando o candidato Braide. E me ofendendo. Não os responderei. Só responderei quando for o próprio Bolsonaro apoiando o seu candidato”, postou nas redes sociais o governador nesta quinta-feira.

    Braide é apoiado por essas lideranças bolsonaristas, como Roberto Rocha, coronel Monteiro e Alan Garcês, comissionado do Ministério da Saúde e muito próximo ao presidente da República.

    A tática de Bolsonaro é não dar as caras na eleição do Maranhão, e sim orientar seus aliados e subalternos para que o façam.

    O motivo é simples: Bolsonaro é muito impopular em São Luís, o que tem feito com que Braide tente escondê-lo na campanha.

    Por isso, o desafio de Dino para o presidente Bolsonaro escancarar aquilo que já é conhecido por quase todos: o apoio a Braide.

    Demitido após culpar vítimas de estupro, Constantino volta a atacar mulheres: “Vulgar ao extremo”

    Demitido nesta quarta-feira (4) da rádio Jovem Pan após fala que foi interpretada como apologia ao estupro, o colunista de extrema-direita Rodrigo Constantino voltou a atacar mulheres em suas redes sociais. Constantino compartilhou a foto de uma influenciadora digital em seu perfil no Twitter dizendo que ela é “vulgar ao extremo” e usa o corpo para ter seguidores.

    Além de atacar a influenciadora, Constantino voltou a ameaçar a própria filha caso ela publique fotos como as da mulher nas redes sociais. Comentário ocorre após o colunista dizer em transmissão ao vivo que castigaria sua filha se ela fosse estuprada.

    “Filha, já sabe: isso é o OPOSTO de uma mulher bem resolvida! Ex-bolsonarista ressentida, tentando apelar com o corpito para ter seguidores pagos, lacrando com patota feminista, vulgar ao extremo. Se fizer isso, castigo”, escreveu no Twitter.

    Na legenda da foto, a influenciadora Raphaella Avena faz um alerta aos homens sobre assédio e pede respeito às mulheres, independente das roupas que usem. “Sexo envolve muito mais do que uma roupa sensual, sexo é intimidade, cumplicidade, respeito, se você não tem nada disso com a mulher, não ache que pode ter sexo com ela, apenas continue a admirando de longe”, escreve.

    Na transmissão ao vivo que culminou em sua demissão, Constantino também minimizou o caso de Mariana Ferrer, influenciadora que foi estuprada em Santa Catarina, e sugeriu que a culpa por um abuso sexual seria da vítima e não do agressor. A declaração machista do colunista lhe rendeu diversos ataques nas redes, inclusive de celebridades como a cantora Anitta.

    Com a repercussão do caso, a filha do colunista, Laura Constantino, compartilhou um vídeo para tentar defender o pai. A própria Laura confessou que decidiu fazer a resposta por ter ficado abalada com a repercussão das declarações do pai e por ter sido aludida na situação.

     

    Flávio Dino reage a ataque de Braide e diz que candidato se juntou a Bolsonaro e ao extremismo

    O governador Flávio Dino reagiu nesta segunda-feira (19) ao ataque que sofreu do candidato Eduardo Braide no fim de semana. Em postagem, Braide tinha dito que a cidade de São Luís foi “enganada” porque Dino não teria feito parcerias com a capital.

    Pelo Twitter, veio a resposta. Primeiramente, o governador listou parte das obras e entregas que o governo estadual fez no município, como o Iema, o Parque do Rangedor, novos hospitais, pontes e praças.

    Depois, respondeu duramente ao ataque, expondo aquilo que o deputado tem evitado debater em público: a ligação com o bolsonarismo.

    “Ao virar deputado federal, Braide caminhou para o extremismo, escolheu se filiar ao partido que mais votou com as propostas do governo Bolsonaro na Câmara e que prejudicam os direitos sociais”, disse o governador. O partido de Braide é o Podemos, que está alinhado ao presidente da República.

    “Braide está junto ao que tem de pior na política brasileira. E, ao invés de me agredir, deveria mostrar com sinceridade seus parceiros e explicar suas ações e omissões”, acrescentou Dino.

    https://twitter.com/FlavioDino/status/1318296570320867330?s=20

    Novos ataques contra a união Lula/Flávio Dino chegam à internet

    Lula e Flávio Dino

    Parece que está incomodando a aproximação política entre a maior liderança política da esquerda brasileira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma das lideranças emergentes da esquerda, o governador Flávio Dino.

    A aproximação gradual e cada vez mais efetiva é natural, pela proximidade ideológica de ambos, que ficou comprometida no passado pela aliança nacional de Lula com a família Sarney, a quem Dino fazia oposição no Maranhão.

    O impeachment de Dilma parece ter sido o marco reparador desse distanciamento forçado. Sarney não moveu uma palha para salvar a ex-presidenta, de quem seu aliado Lobão foi ministro eterno das Minas e Energia. E sua filha, Roseana, atuou diretamente para articular o impeachment.

    Enquanto isso, o governador Flávio Dino se expôs de perto aberto para denunciar o golpe ora em curso. Assim como o fez na eleição seguinte, para defender o candidato do PT, Fernando Haddad. E como tem feito permanentemente para defesa do ex-presidente Lula da perseguição jurídica que vem sofrendo.

    A reaproximação dos dois foi selada na visita do ex-presidente ao Maranhão em 2018, como ponto final da Caravana Lula Livre, em que o próprio fez um ato em frente ao Palácio dos Leões.

    Agora a união natural dos dois líderes, que pode marcar uma transição geracional na esquerda, está incomodando. Uma prova disso foram os ataques ao vídeo da live que os dois fizeram juntos há cerca de um mês. Com 255 mil visualizações, o vídeo está entre os 5 mais vistos do canal do ex-presidente Lula. Mesmo com bom desempenho, teve seu alcance reduzido pois foi alvo de nada menos que 109 mil “descurtidas”. A ação de clicar deslike em um vídeo é conhecida como forma de reduzir sua capacidade de visualização. O Youtube entende que aquele conteúdo não é considerado apropriado por seus usuários e reduz sua visualização.

    O resultado é que o vídeo original, postado pelo canal do Instituto Lula na plataforma, não aparece em nenhuma busca feita. É preciso entrar diretamente no canal para achá-lo. A solução encontrada pela militância dos dois partidos (PT e PCdoB) foi republicar o vídeo em outros canais.

    “O Papa é acusado de amar”, diz Mauro Lopes sobre a nova onda de ataques contra Francisco

    Em artigo publicado em sua coluna no Brasil 247, o jornalista Mauro Lopes denuncia a nova onda de ataques dos católicos ultraconservadores, de perfil fundamentalista, contra o papa Francisco.

    Mauro lembra que esta é terceira tentativa de golpe da extrema-direita católica desde novembro de 2016.

    Na última terça-feira, um grupo de 19 teólogos e católicos fundamentalistas renovou o ataque ao Papa acusando-o formalmente de “heresia” e, na prática, conclamou o colégio de cardeais a depor Francisco -a carta foi enviada a todos os bispos do mundo e especialmente aos 222 cardeais que compõem o colégio eleitoral papal.

    Dentre as heresias de Francisco, estão o acolhimento dos homossexuais, a compreensão em relação às mulheres que fazem aborto, e a política de aproximação com os protestantes e muçulmanos.

    “Em suma, o Papa é acusado de amar! Amor aos divorciados, aos gays, às mulheres que abortam aos protestantes, aos muçulmanos. Para os ultraconservadores, o amor é o maior dos pecados. Para eles, como para seus aliados, os fundamentalistas evangélicos, o que importa é a regra, a exclusão”, diz o jornalista.

    Leia o artigo de Mauro Lopes Aqui

    China é alvo de ataques no jantar de Bolsonaro com extrema-direita americana


    247 – Durante o banquete dos direitistas estadunidenses com o presidente Jair Bolsonaro, promovido neste domingo (17) pelo embaixador brasileiro nos Estados Unidos, Sergio Amaral, o ministro da Economia Paulo Guedes discursou demoradamente sobre as relações do Brasil com a China e detalhou o bordão que o presidente repete, segundo o qual “a China pode comprar no Brasil, mas não comprar o Brasil”. Steve Bannon, o segundo guru do clã Bolsonaro, ao lado de Olavo de Carvalho, discorreu sobre o tema de maneira professoral dizendo que o Brasil precisa “reduzir sua co-dependência da China”.

    Os ataques à China foram o principal prato do jantar. Segundo os relatos, a questão chinesa tomou tanto ou mais tempo que novos acordos internacionais almejados pelo governo brasileiro.

    O ministro da Economia Paulo Guedes e o estrategista da campanha eleitoral do presidente Donald Trump, Steve Bannon, falaram longamente sobre as relações entre Brasília e Pequim. Bannon, que já defendeu que os Estados Unidos declarem guerra à China, fez uma dobradinha com Guedes sobre a questão. Professoral, o norte-americano criticou a “co-dependência” da China e deu orientações a Bolsonaro e sua comitiva sobre como administrar a relação com o país asiático.

    Por seu turno, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, defendendo os interesses dos ruralistas que ela representa, e que estão sendo traídos pelo governo Bolsonaro, fez o contraponto. Ela ressaltou a importância das exportações agrícolas do Brasil para a China – o país asiático absorve cerca de 35% das vendas externas de produtos agrícolas do Brasil. O embaixador Sergio Amaral foi na mesma linha.

    Bannon teria dito que os chineses veem o Brasil da mesma forma que enxergam a Austrália e que o país está se tornando muito vulnerável a Pequim.

    Esses temores estão em linha com as preocupações do governo dos EUA sobre a expansão chinesa e o avanço tecnológico do país, principalmente com a Huawei na rede 5G — além dos problemas de segurança e da possibilidade de espionagem.

    Bannon também abordou a suposta falta de liberdade religiosa na China e o programa de investimentos chinês Um Cinturão, Uma Rota.

    As grandes prioridades da política externa brasileira no momento, na visão da cúpula do Itamaraty e de olavistas, seriam a entrada na OCDE, o clube dos países ricos; ganhar o status de membro afiliado da OTAN e evitar uma relação co-dependente da China.

    O entendimento é que, a longo prazo, seria mais inteligente uma maior aproximação com Coreia do Sul e Japão do que com Pequim.

    As informações são do jornal Folha de S.Paulo

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    • A coluna Deu no D.O. está no ar com os generosos contratos dos nossos divinos gestores públicos. Dos caixões (R$ 214 mil) de Itapecuru-Mirim ao material de limpeza de Coroatá (R$ 2 milhões), ainda figuram Viana, Matões, Porto Rico e São José de Ribamar. 
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