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  • Política

    Sobre capelães católicos e evangélicos no Maranhão

    Flávio Dino em reunião com capelães

    Por Maribel Nascimento, pastor da Assembleia de Deus em São Luís, filósofo, sociólogo e mestre em teologia pela Faculdade Presbiteriana Mackenzie Instituto Andrew Jumper

    Comumente se tem ouvido, visto o assunto em pauta. É relevante o resvelar abrangente ainda que antagônico que o mesmo nos traz. É aferido pela massa uma reprodução midiática sem precedentes ainda que repleta de uma vivacidade empolgante advinda de um toque do “jogo de cartas marcadas”.

    É bem ávido o lembrar como atesta o grande Mestre das Ciências sociais Guy Debord, que tudo isso é a “Sociedade do Espetáculo” que distrai a audição da grande massa através de ruídos. O movimento citado ganha vida nas ações dos atores, que encenam uma aparente cultura da preocupação pela “coisa” pública e ganha poder de proliferação naqueles tem a questão televisiva como fator batedor do martelo, assinalando a veracidade de uma “verdade” que é propaganda propagada de propagandistas que gostam de propagandisses. O espetáculo sempre tem seus comandos, seus arquitetos, os mesmos nem sempre aparecem. Trabalham sorrateiramente debaixo de neblinas sórdidas, desdenhando da percepção de seus ouvintes, telespectadores e do senso comum que os mesmo poderiam ter.

    O caso citado trata-se de uma ruptura!

    Depois de décadas o grande órgão o maior no ermo evangélico tem demonstrado está decidido caminhar em direção a esta. Todos os cientistas políticas que fazem suas apreensões em solos maranhenses o sabem. A instituição ainda que não como órgão de pessoa jurídica, tem seu número de sigla laico para política, mais a liderança da mesma não. Os maiores líderes tem ido um após outro pois o fenômeno “Dino” convence. É bem mais justo se apropriar de uma lei centenária para ter bases de governo do que simplesmente os beneficiar como avantesma salariais, capelães que assinam ponto todos os dias e possuem superiores dentro da Briosa de nosso estado tais como, coronéis, tenentes, capitães etc.

    Agora teriam que trabalhar para receber, filosofia trabalhista totalmente pressuposta pela bíblia. “O trabalhador é digno de seu salário” no fenômeno “Dino ” essa é a visão da capelania, trabalhadores que são expert em aconselhamentos cristãos- humanos agora a serviço da polícia tão desejosa por tais cuidados, haja vista o tratar dos mesmos pelos líderes religiosos. A lei centenária pega impulso por um juiz que a sabe interpretar e faz bom uso da mesma.
    Acerca da midiática repercussão do assunto, nada é mais que meramente um espetáculo como atesta Guy Debord, encabeçado por grupos políticos que não conformados com o fenômeno “Dino” se apropriam de todos os meios possíveis para terem tal fim. A canais de TV que mais operam como bons Ombudsman do fenômeno “Dino” pois o promovem atestando suas facetas resilientes.

    A antiga marca da colonização maranhense oligárquica percebe a ruptura em ação e a mesma sabe que o órgão representado por seus líderes levarão todo o ermo evangélico do Maranhão, a Assembleia de Deus na pessoa de sua convenção desfalcará a balança. Na pessoa de seu maior líder tem tido ampla recepção no que diz há uma tranquila ruptura. Aqui está o sentido da atual “contaminação” dos nomes de homens Santos e consagrados para pastorear que de uma vez chamados e vocacionados para o santo exercício não podem e nem devem querer resistir ao convite do estado para atuação religiosa teológica mentorial dentro desse importante seguimento estatal. A ruptura machuca por trazer a defenestração oligárquica de um império que após décadas de atuação governamental perde uma tão alta e sublime parceria.

    A instituição tem sido combatida bem como líderes filiados porém a coesidade e nítida, o projeto político da nossa CEADEMA ameaça diretamente os postulados laicos. A tendência remota a ruptura faz nos lembrar da era Cafeteira que houve reboliço, seguido da breve paixão Jackista” (Jackson Lago) a instituição te residências curricular, mesmo sabendo disto parece não terem tido zelo por parte daqueles que não poderiam perder tal parceria. Nada se comenta em rede televisiva em ralação a capelães católicos porque não há um contingente católico institucional rompendo o antigo admirar.

    Parabéns a todos pastores e padres capelães, que trabalham “assinam ponto” para serem assalariados que o eterno os bendiga sempre.

    Parabéns ao governador por se apropriar de uma lei centenária e usa-la em prol da nossa polícia que cuida tão bem de nós e merece cuidado.

    Apreensão é diferente de reprodução!

    Os ataques dos fariseus e os sinais do apocalipse da oligarquia Sarney no MA

    Depois de destinar R$ 200 mil em 2010 para evento evangélico, Roseana visita templo da                                    Assembleia de Deus em busca de apoio político

    A cada dia são mais evidentes os sinais do apocalipse da oligarquia Sarney detectados nas mentiras e no terrorismo midiático promovido pelo Sistema Mirante de Comunicação, e seus satélites nas redes sociais, contra o governador Flávio Dino (PCdoB)

    Dentre prenúncios do fim do mundo, Jesus apontou em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21, o surgimento de falsos profetas, as guerras, a perseguição aos cristãos, o ódio e a maldade.

    Os oligarcas e seus servos se autodenominam santos e se aproveitam da capacidade da TV e a da internet em convencer os incautos de qualquer coisa, para pregar suas mentiras.

    A última delas é acusar o governador de oferecer cargos de capelão aos pastores da Assembleia de Deus em troca do apoio eleitoral da comunidade evangélica, apresentando como prova uma decisão do conselho político da igreja, coordenado pelo capelão recém-nomeado Walberto Magalhães, que se reuniu no último dia 02 de maio a pedido da presidência da Convenção das Assembleias de Deus no Maranhão – CEADEMA.

    Mas basta uma leitura atenta do documento assinado por cinco integrantes do conselho, do funcionamento institucional da AD, e da histórica atividade político-eleitoral dos religiosos, para se perceber a Marca da Besta.

    No documento, o conselho apenas ratificou o resultado das prévias eleitorais, que definiu o apoio aos pré-candidatos Eliziane Gama (PPS) ao Senado; Gildenemir Lima (PSC) à Câmara Federal, e Mical Damasceno (PTB) à Assembleia Legislativa, e decidiu não indicar nenhum candidato ao Governo, tampouco um segundo candidato ao Senado ou a outro qualquer cargo.

    Os três ‘eleitos’ atenderam aos pré-requisitos da Comissão das Prévias, que estabeleceu como condição para o deferimento de candidatura as exigências de ser membro de uma Igreja filiada a CEADEMA; ter público e notório testemunho cristão; ter conhecimento da base doutrinária da Igreja; ter preparo para o cargo pretendido; e assinar um termo de compromisso a apoiar o candidato oficial caso ele não seja o escolhido.

    A vitória nas ‘eleições’ que ocorreram no dia 13 de dezembro no Templo Central da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Chapadinha, resultou da confiança do eleitorado no compromisso dos três pré-candidatos com a causa evangélica, e não das alianças com Flávio Dino.

    Se assim o fosse, Flávio figurava na lista do apoio oficial da AD e ainda teria incluído a pré-candidatura ao Senado de Weverton Rocha (PDT), que ao lado de Eliziane Gama formam a sua chapa majoritária.

    Documento do Conselho Político da Convenção das Assembleias de Deus no Maranhão, que apenas ratificou o resultado das prévias com os nomes dos pré-candidatos da Igreja para o Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa

    As prévias, aliás, mandam para o quinto dos infernos a denúncia de abuso de poder político promovida pela horda sarneysista por terem sido criadas não para democratizar o processo de escolha, mas para solucionar a impossibilidade de se estabelecer hierarquicamente os candidatos oficiais, diante das muitas dissidências e divisões internas que coexistem na Assembleia de Deus.

    Ora, se não é possível uma decisão verticalizada e todos os membros ( 1.350.000 espalhados em 7890 igrejas, segundo números da Convenção Estadual), com suas obrigações em dia podem votar, só há sentido em falar em compra de lideranças religiosas na cabeça desesperada de quem se aproxima do limbo.

    “Caiu, caiu a grande Babilônia, tem-se tornado uma morada de demônios, guarida de todos os espíritos impuros e guarida de aves imundas e detestáveis,porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua fornicação. Os reis da terra fornicaram com ela, e os mercadores da terra se enriqueceram com a sua excessiva luxúria.”(Livro da Revelação, João 18.)

    Enquanto Flávio Dino em decorrência do aumento significativo do efetivo das Corporações Militares, entende como natural o crescimento da necessidade de apoio espiritual, promoveu o correspondente aumento dos oficiais capelães; em 2010, ano de eleição, a então governadora Roseana Sarney (MDB) para sabotar a CEADEMA em sua decisão de apoiar Jackson Lago (PDT) destinou R$ 200 mil para a realização de um evento evangélico durante o carnaval, e emplacou o pastor Bel como segundo suplente do candidato ao Senado, Edison Lobão (MDB).

    Pela hipocrisia de quem os comete, os ataques raivosos da oligarquia contra os evangélicos remontam ao que disse Jesus sobre os fariseus:

    “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia! Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.” (Mt 23. 27-28)

       

  • Deu no D.O

    • A coluna Deu no D.O. está no ar com os generosos contratos dos nossos divinos gestores públicos. Dos caixões (R$ 214 mil) de Itapecuru-Mirim ao material de limpeza de Coroatá (R$ 2 milhões), ainda figuram Viana, Matões, Porto Rico e São José de Ribamar. 
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