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Requião e a entrega da Base de Alcântara como oferenda de vassalagem aos EUA

        REQUIÃO: ENTREGA DE ALCÂNTARA É “INADMISSÍVEL”

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a provável entrega da base de Alcântara aos EUA; o ministro das Relações Exteriores, José Serra, está com a minuta do contrato pronto para entregar aos norte-americanos o acesso ao centro da base, cobiçado por sua posição estratégico próximo à linha do Equador; “A entrega de Alcântara como oferenda de vassalagem aos EUA, pelos que criticaram e debocharam de Donaldo Trumpe na campanha, é inadmissível”, escreveu Requião no Twitter

                          O senador Roberto Requião (PMDB-PR)

Waldemir Barreto

BRASIL247

Paraná 247 – O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a provável entrega da base de Alcântara aos Estados Unidos. O ministro das Relações Exteriores, José Serra, está com a minuta do contrato pronto para entregar aos norte-americanos o acesso ao centro da base, cobiçado por sua posição estratégico próximo à linha do Equador. “A entrega de Alcântara como oferenda de vassalagem aos EUA, pelos que criticaram e debocharam de Donaldo Trumpe na campanha, é inadmissível”, escreveu Requião no Twitter.

Doutor em Engenharia de Produção pela Coppe-UFRJ, J. Carlos de Assis disse que “perderemos a soberania sobre a base. Nada de parceria tecnológica. O comando pleno das instalações passa a ser dos Estados Unidos – naturalmente, de suas Forças Armadas. Todos os resultados financeiros serão de propriedade americana”, acrescenta. “De um lado estará o patriotismo de Trump, do outro nossa subjugação total a uma potência estrangeira. Aos oficiais da Força Aérea Brasileira restará cuidar do serviço de limpeza, juntando-se aos oficiais do Exército e da Marinha que estão cuidando dos presídios”.

​Segundo o texto, a base de Alcântara “é a localização mais estratégica do mundo, do ponto de vista miliar e político, para lançamento de foguetes. Um acordo secreto, conforme noticiado, daria aos americanos enormes vantagens”. “Em primeiro lugar, atenderia a seu desejo explícito de não deixar o Brasil desenvolver uma tecnologia própria de foguetes. Em segundo lugar, impediria um eventual acordo brasileiro com outra potência na área, por exemplo, a Rússia”, disse.

Assis lembrou que “o Governo brasileiro tentou desenvolver tecnologia de foguetes num acordo com a Ucrânia que, tendo sido uma das repúblicas soviéticas, estava em condições de oferecer uma parceria vantajosa ao Brasil”.

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