Blog do Garrone

Os ataques a ônibus e a orquestra dos que desejam que o MA volte à Idade das Trevas

O governador Flávio Dino e o prefeito Edvaldo Holanda reunidos com a cúpula da Segurança para definir medidas enérgicas com as facções criminosas

O governador Flávio Dino e o prefeito Edvaldo Holanda reunidos com a cúpula da Segurança Pública para definir medidas enérgicas contra as facções criminosas

Ao acusar Flávio Dino de estar politizando os incêndios de ônibus e escolas públicas são os próprios blogueiros que o acusam, que politizam a questão ao malsinar o governador de fazer campanha política, como se nada estivesse acontecendo.

E o que é pior, politizam da maneira mais vil possível, confundindo intencionalmente a sua atividade política com deboche e descaso para com a população da região metropolitana de São Luís.

Uma coisa não tem nada a ver com a outra.  O governador tem enfrentado o problema de frente, assumindo suas responsabilidades e determinando pessoalmente em reuniões com a cúpula da segurança pública e o prefeito Edivaldo Holanda, medidas enérgicas para combater o crime organizado no Maranhão.

Desde a noite de quinta-feira quando começaram os ataques, 73 suspeitos foram presos e, neste sábado, 23 detentos de Pedrinhas acusados de coordenar as ofensivas criminosas na grande ilha foram transferidos para um presídio federal em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Mas, ao invés de aliar-se ao poder público em defesa da sociedade, a turma dissemina o pânico ao espalhar que o Estado está sem comando, pois enquanto o Maranhão está em chamas, o governador está em campanha política!

23 detentos de Pedrinhas acusados de chefiar facções criminosas foram transferidos neste sábado para um presídio federal no Rio Grande do Norte

23 detentos de Pedrinhas acusados de chefiar facções criminosas foram transferidos neste sábado para um presídio federal no Rio Grande do Norte

O objetivo é aproveitar a situação para impedir a participação de Flávio Dino nas campanhas políticas no interior e evitar a derrocada dos últimos redutos do sarneísmo, neste domingo dia 2 de outubro.

Agora, não é por suspeitar da motivação política por trás dos ataques das facções criminosas para influenciar nos resultados da eleição em São Luís, que o governador estaria tangenciando o problema.

Afinal, como lembrou em entrevista ao programa Ponto e Vírgula na Rádio Difusora FM, as mudanças de gestão no Complexo Penitenciário de Pedrinhas são do início da sua administração e “é muito estranho que isso aconteça exatamente quando faltam dois, três dias para a eleição”.

Ao fomentar o pânico e o terror para não deixar os eleitores, que dependem do transporte coletivo, sair de casa, aumentará o número de votos brancos, o que pode prejudicar a reeleição de Edivaldo Holanda logo do primeiro turno, como apontam as pesquisas desde o final do mês de agosto.

A tática também inclui acusar o prefeito por crime de omissão, como se dele fosse e não do Estado, a responsabilidade pela segurança pública.

As suspeitas possuem razão de ser, quando se sabe que em 2014 houve essa mesma tentativa para desestabilizar a candidatura de Flávio Dino, usando exatamente o sistema penitenciário, de onde teriam partido ordens para incendiar ônibus, com direito a um vídeo com depoimento de um suposto preso acusando-o de chefiar uma quadrilha criminosa.

Para completar os indícios conspiratórios , as esposas dos detentos de Pedrinhas fizeram dia 29 um esquisito protesto, ou melhor, ameaça, parando o trânsito na Av. Beira Mar aos gritos de que não haverá eleição.

Ao mesmo tempo que o deputado Edilázio Junior (PV) fazia discurso pejorativo na Assembleia contra o governador, afirmando que ele pretende implantar o comunismo no Maranhão nos moldes da Coreia do Norte, Cuba e Venezuela.

E a Rádio Mirante AM propagava aos berros que Flávio Dino não acreditava em Deus e que seria o próprio diabo, por levar muita gente a abandonar a sua fé somente para lhe agradar.

Mas não adianta. Por mais que tentem, caluniam e falseiam a realidade, o Maranhão não retornará à Idade das Trevas, pois a população acredita é no trabalho!

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