Blog do Garrone

Disso que me acusam?, questiona Flávio Dino

Flávio Dino: Não atendi interesse da Odebrecht

A citação do governador Flávio Dino na delação da Lava Jato parece ter ido por água abaixo logo depois do anúncio dos motivos que levaram delatores da Odebrecht a colocá-lo na lista divulgada na noite desta terça-feira, 11.

De acordo com o Jotainfo, a citação ao governador do Maranhão diz respeito a suposto pedido de R$ 400 mil para a campanha em 2010, para que o então deputado federal Flávio Dino facilitasse projeto que daria segurança a investimentos da Odebrecht.

O problema é que o projeto nunca foi votado até hoje na Câmara Federal. “Não pedi nem recebi. Não atendi interesse da Odebrecht. Projeto, que não é meu, jamais foi votado. Basta ver no site da Câmara”, disse Flávio Dino.

“Repito: basta ir no site da Câmara. Projeto de lei é de autoria de 32 deputados de 9 partidos. Não me incluo nessa lista de autores. Fui designado relator do projeto sobre proteção de investimentos em Cuba contra Estados Unidos. Mas jamais apresentei parecer, voto, nada”, explicou.

De acordo com Dino, investimentos em Cuba mereciam proteção legal contra Estados Unidos. “Mas não concordei com texto do projeto. Disso que me acusam ????”, questionou.

“Tudo que afirmo sobre projeto de lei acerca de proteção a investimentos em Cuba contra Estados Unidos consta do site da Câmara. Projeto de lei de 2007 tramita há 10 anos e nunca foi votado. Nunca escrevi uma linha na tramitação do projeto. Basta consultar site Câmara”, completou.

O estranho motivo da citação de Flávio Dino na delação só reforça a tese de perseguição ao governador maranhense.

6 comentários sobre “Disso que me acusam?, questiona Flávio Dino

  1. jose carlos silva

    Garrone vc acha pouco a acusação? O fato do Projeto é pior ainda, pois vendeu a mercadoria e não entregou. Bom dia.

    1. Cardoso

      Meu caro se não recebeu é porque não vendeu, seriedade, honestidade e transparência o nosso Governador Flavio Dino tem pra da emprestrar e ainda sobra, agora pra vender nao, esses atributos não se cmpra e nem se vende, se conquista.

  2. Cardoso

    Que ser humano de bom censo, que conhece a trajetória e retidão do nosso Governador Flávio Dino, vai acreditar num diretor extorquista e criminoso de uma empresa que cresceu no ar da criminalidade e do suborno, todos nois maranhenses e brasileiros somos suficientemente inteligente para entender e saber separar o certo do errado.

    1. Lobo

      Se a gente soubesse mesmo separar o certo do errado não votava em tanto ‘honesto’ que está sendo pego com as calças nas mãos

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