Blog do Garrone

Deputados sarneysistas são contra projetos que desenvolvam o Maranhão

Braide e Adriano Sarney contra redução de impostos para setor atacadista

A oposição sarneysista na Assembleia Legislativa já deixou bem clara que sua linha de atuação é barrar todos os benefícios que o Governo do Estado está concedendo para várias classes. Esta semana, os deputados ligados ao clã Sarney estão tentando barrar o Projeto de Lei nº 224/2016, que prevê a criação do Programa de Incentivo ao Desenvolvimento dos Centros de Distribuição do Maranhão.

A medida, benéfica para a atração de grandes empresas para o estado com o objetivo de aumentar a geração de emprego e renda, diminuirá o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Os sarneysistas tentam a todo custo travar mais esse incentivo para os empresários maranhenses, pois eles sabem o quanto o estado poderá ganhar com a aprovação desta lei.

A postura da oposição sarneysista na crítica à diminuição do ICMS para os centros de distribuição escancara que os representantes do clã tem somente um único objetivo: atrapalhar todos os projetos que beneficiem o povo e a economia maranhense. Outro exemplo de tal atitude pôde ser observada na aprovação do reajuste de 8% para os professores, em que os parlamentares da oposição oligárquica tentaram de todas as formas barrar o aumento que colocou os docentes do Maranhão como os mais bem pagos do país.

A incoerência dos deputados sarneysistas na questão do ICMS deslegitima todo o discurso que defenderam até pouco tempo atrás, contra o brando reajuste – se comparado com os outros estados – que o Governo fez ainda no final do ano passado. “Num dia a oposição reclama de adequações necessárias na alíquota do ICMS; no outro desatina contra redução do ICMS. Vá entender…”, definiu bem o secretário de Articulação Política, Márcio Jerry.
E assim caminha a oposição sarneysista na Assembleia Legislativa, com a estratégia de atrapalhar todos os projetos que visam benefícios para os maranhenses. Sentem saudades da política do “quanto pior, melhor”, que implementaram durante décadas no estado.

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