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    Carteira de Vacinação é o de menos em meio ao que pode vir à tona com quebra de sigilo imposto por Bolsonaro

    Bolsonaro ameaça entrar na Justiça contra quebra de sigilo

    Em meio aos decretos que o presidente Lula assinou ainda ontem após a posse está o que encaminha à Controladora Geral da República, para que reavalie no prazo de 30 dias os inúmeros sigilos de 100 anos impostos por Bolsonaro em documentos oficiais do governo.

    Dos EUA onde se encontra desde que deixou o país sob apagão cúmplice da mídia, o ex-presidente avisou que vai entrar na Justiça casos resolvam divulgar sua carteira de vacinação.

    De tantos documentos sob sigilo, esse da vacinação não tem a menor importância, nem mesmo para expo-lo ao ridículo. Bolsonaro já é vacinado contra o ridículo. Inclusive, a Polícia Federal concluiu investigação encaminhada ao STF, onde acusa o ex-presidente de atentar contra a paz pública e de anotar a prática de crime.

    Em uma de suas lives semanais, ele criminosamente propagou que quem tomasse vacina pegaria AIDS.

    O Bozo tá doido é por que muita merda pode vir à tona, caso a CGU considere desnecessário o sigilo imposto.

    O sigilo é um instrumento de proteção de informações sensíveis à segurança nacional, inclusive em seu aspecto social. Não é um recurso de proteção ou de garantia de impunidade a pessoa do presidente ou quem que seja.

    Interlocutores dizem a Lula que Aras se sentiu desprestigiado por não receber visita

    Augusto Aras se sentiu desprestigiado por Lula

    De tanto defender os interesses políticos e familiares do chefe presidente Bolsonaro e não da população brasileira, que o procurador-geral da República Augusto Aras tá se achando o próprio centrão.

    O PGR sentiu-se desprestigiado por ter sido ignorado por Lula no rol de visitas que o presidente que toma posse neste domingo fez desde a vitória à cúpula do judiciário.

    O cotovelo foi ainda mais quando não lhe sai da memória que bolsonaristas de igual estirpe vão ocupar importantes ministérios no governo.

    Sem mandato eletivo, para usar em nome da famosa governabilidade, só lhe resta ficar chupando o dedo.

    O segundo mandato de Aras à frente da PGR termina em setembro, e nada o impede de ser novamente reconduzido.

    No entanto, já tá na hora de ir embora…

    Com informações da Coluna do Guilherme Amado (Site Metropoles)

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    • A coluna Deu no D.O. está no ar com os generosos contratos dos nossos divinos gestores públicos. Dos caixões (R$ 214 mil) de Itapecuru-Mirim ao material de limpeza de Coroatá (R$ 2 milhões), ainda figuram Viana, Matões, Porto Rico e São José de Ribamar. 
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